| 000 | 01683nam a2200181 4500 | ||
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| 001 | 20863 | ||
| 090 | _a20863 | ||
| 100 | _a20070510u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aBanalização do consumo de ecstasy _econsequências para uma abordagem preventiva |
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| 330 | _aA banalização é um fenómeno de esvaziamento do sentido da realidade que nos envolve, esbatendo a ressonância afectiva e a riqueza projectiva das realções que estabelecemos com o mundo, reduzindo-as à funcionalidade do concreto. O percurso do ecstasy desde o seu nascimento nos laboratórios Merke até à actual popularidade nos universos recreativos ilustra de uma forma clara como se constrói o banal tendo por base uma substância de efeitos empatogénicos e o desejo partilhado de um reencontro das raízes primitivas de unidade tribal com a natureza. Esta reflexão conduz-nos, finalmente, ao equacionar das implicações desta (ir)realidade emergente, no trabalho do interventor na prevenção e na promoção da saúde. Qual é o contraponto ao primado do prazer e será ele uma base sólida para a construção de uma atitude protectora minimamente apetecível para a juventude actual? Qual o sentido de uma educação para a vivência do contexto recreativo e dos consumos de substâncias que lhe estão associados? Qual o papel do técnico neste processo entre a moral e o desejo? | ||
| 461 |
_vV.13,n.1 _d2007 _pP.29-42 _tToxicodependências _cLisboa |
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| 606 |
_aCONSUMO DE DROGA PREVENÇÃO ANTI-DROGA MODERNIDADE _918457 |
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| 700 |
_aMELO _bRaul _9329145 |
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| 852 | _jP.215 | ||