| 000 | 03017nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 20805 | ||
| 090 | _a20805 | ||
| 100 | _a20070326u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 | _aA medição de preferências em saúde na população portuguesa | ||
| 330 | _aUm tema estudado pelos investigadores da economia da saúde é a medição da qualidade de vida relacionada com a saúde, em especial captando as preferências dos indivíduos em relação a determinados resultados em saúde. Este tipo de medição permite a sua incorporação em modelos de decisão clínica, de planeamento e de políticas de saúde. Nos últimos anos, têm sido desenvolvidos instrumentos genéticos de avaliação dos estados de saúde baseados na teoria multi-atributo de utilidade, fáceis de aplicar e que permitem o cálculo dos valores de utilidade que os indivíduos atríbuem aos estados de saúde, como os questionários EuroQol (EQ-5D), Health Utilities Index (HUI) e o SF-6D. Métodos: com base numa amostra aleatória da população activa portuguesa residente no continente e formada por 2459 indivíduos, obteve-se a preferência dos portugueses em relação ao seu estado de saúde e qualidade de vida e calcularam-se os repectivos valores normais para Portugal continental. Foi utilizada a versão portuguesa do instrumento de mediação SF-6D e o algoritmo econométrico desenvolvido por Brazier, para a geração de valores de utilidade, para os diversos estados de saúde. Resultados: o valor médio da utilidade obtido pelo SF-6D para toda a população foi 0,697, variando de 0,30 a 1,00 e associado a um desvio padrão de 0,143. Níveis mais elevados de défice foram encontrados nas dimensões «desempenho», «dor», «saúde mental» e «vitalidade». Valores mais baixos de utilidade foram apresentados pelas mulheres e pelos idosos. Os indivíduos com níveis mais baixos de instrução, a viver em áreas rurais, trabalhadores manuais e os viúvos, divorciados e separados apresentaram, em geral, também valores mais baixos de utilidade. Em relação às doenças crónicas, a utilidade média variou de 0,56 para os enfartes do miocárdio a 0,66 correspondente à hepatite. Conclusão: deste estudo conclui-se que o instrumento de medição SF-6D é útil e efectivo na medição da qualidade de vida relacionada com a saúde na comunidade. As normas portuguesas são úteis para contextualizar os valores obtidos pelo SF-6D, sempre que aplicado a doentes ou mesmo a indivíduos portugueses saudáveis. | ||
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_vV.24,n.2 _dJul.-Dez. 2006 _pp.5-14 _tRevista Portuguesa de Saúde Pública _cLisboa |
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| 606 |
_aQUALIDADE VIDA QUOTIDIANA SAÚDE PLANEAMENTO POLÍTICA _9114529 |
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| 700 |
_aFERREIRA _bPedro Lopes _9324365 |
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| 701 |
_aFERREIRA _bLara de Noronha e _9114530 |
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| 852 | _jP.240 | ||