000 02154nam a2200193 4500
001 20721
090 _a20721
100 _a20070131u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA qualidade de vida dos sobreviventes de cancro
330 _aO presente artigo pretende realizar uma revisão bibliográfica sobre a qualidade de vida dos sobreviventes de cancro. O cancro deixou de ser em muitas situações uma sentença virtual de morte e passou a enquadrar-se no grupo das doenças crónicas. Tal como nestas, a avaliação dos cuidados de saúde restrita a variáveis biológicas é uma avaliação reducionista que não permite avaliar na globalidade os ganhos em saúde. É neste contexto que surge a avaliação da qualidade de vida como um construto multidimensional e dinâmico marcado por dados objectivos, mas também subjectivos, tendo subjacente a avaliação da eficácia e eficiência dos cuidados de saúde na qualidade de vida percebida pelas próprias pessoas que enfrentam os problemas de saúde. Esta é uma problemática emergente na investigação, identificando-se vários estudos sobre avaliação da qualidade de vida. Apesar da variabilidade de estudos, muitos evidenciam que os sobreviventes de cancro continuam a enfrentar efeitos negativos, quer do cancro, quer dos tratamentos mesmo após estes terem terminado. No entanto vários estudos enfatizam uma qualidade de vida positiva, o que reforça a necessidade de avaliar não só os problemas, mas também os aspectos positivos demonstrados por um crescimento pessoal após uma esperiência traumática. A monitorização das necessidades específicas dos sobreviventes de cancro torna-se fundamental para minimizar a morbilidade que lhe pode estar associada e contribuir para ganhos em saúde.
461 _vV.24,n.1
_dJan.-Jun. 2006
_pp.37-56
_tRevista Portuguesa de Saúde Pública
_cLisboa
606 _aQUALIDADE VIDA QUOTIDIANA DOENÇA SAÚDE
_9114462
700 _aPINTO
_bCândida
_918353
701 _aRIBEIRO
_bJosé Luís Pais
_9327238
852 _jP.240