000 02753nam a2200205 4500
001 20711
090 _a20711
100 _a20070123u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aInteracções familiares de indivíduos com deficiência
_eteoria estrutural
330 _aTradicionalmente, o foco de incapacidade na família é posto no impacto que a própria incapacidade tem na estrutura da família e dos membros individuais. Os sentimentos da pessoa e o processo natural de luto têm sido extensamente ignorados. Poucos argumentariam contra o encarar da perda continuada que resulta de repentinamente ter uma criança ou um membro de família incapacitado, como uma das experiências mais dolorosas e difíceis que a pessoa pode confrontar. A maioria dos terapeutas profissionais usam métodos tradicionais de psicoterapia de grupo, uma perspectiva criada para intervir na psicopatologia. Essa perspectiva pode não resultar, por uma simples razão: pais e membros da família não estão a sofrer de nenhuma patologia; eles estão a "rodopiar" pelo impacto de ter uma criança incapacitada e uma perda. É evidente que estas pessoas estão a manifestar um processo de luto. É claro que estão alternadamente: ansiosos, zangados, em negação, culpados, deprimidos ou temerosos, mas eles internamente não são pessoas "perturbadas". Este texto explorará a necessidade que nós temos para nos remetermos ao processo de luto dos vários membros da família e aos estados de espírito que facilitam a separação dos sonhos perdidos, negação, ansiedade, temor, culpa, depressão e raiva. Os pais unem-se às crianças pelos sonhos de base, pelas fantasias, ilusões, e pelas projecções do futuro. A incapacidade destrói estes sonhos. A incapacidade/dano, e não a criança, estraga irrevogavelmente a aspiração de um pai ou de um membro da família. A incapacidade destroi os sonhos, as fantasias, ilusões e projecções para o futuro que os pais geram como o plano da sua luta para realizar as missões básicas da vida. Os pais de crianças com incapacidades lamentam a perda de sonhos que seriam chave para o significado da sua existência, o seu sentido de ser. Recuperar de tal perda vai depender da capacidade do próprio para se separar do sonho perdido e gerar novos sonhos mais atingíveis.
461 _vA.70,n.274
_dout.-dez. 2006
_pp.14-17
_tHospitalidade
_cLisboa
606 _aLUTO DEFICIÊNCIAS VIDA FAMILIAR REABILITAÇÃO TEORIAS DO COMPORTAMENTO FILHOS
_9114450
700 _aAMARAL
_bRosa do
_918344
701 _aBURGANOWSKI
_bDavid F.
_9114451
852 _jP.29