000 02270nam a2200265 4500
001 20709
090 _a20709
100 _a20070123u y0pory50 ba
101 _apor
200 _a(Os) comportamentos de risco para a saúde contra a adolescência?
330 _aNa linha da interrogação que permeia este texto, e lhe serve de título, o autor começa por fazer uma reflexão crítica sobre a colocação preventiva habitual do discurso clínico corrente sobre adolescência e consumo de substâncias psicoactivas. Considera que este hábito mental é cientificamente redutor já que treslê o facto epidemiológico da co-ocorrência dos comportamentos de risco para a saúde e de estados mentais patológicos durante a adolescência, por um lado, e, por outro, simplifica as novas propostas nosológicas - «perturbações aditivas» e «comportamentos de dependência». De facto, estes sistemas de diagnóstico, baseados na tríade compulsão à repetição, impulsividade e deficiente assertividade social, suscitam a pesquisa de um novo paradigma teórico assente na dialéctica dos contributos da neurobiologia, da epidemiologia genética e da psicopatologia estrutural, em particular dos modelos de orientação psicodinâmica e sistémica, para a compreensão clínica dos comportamentos de consumo de substâncias psicoactivas. Estes propósitos teóricos são ilustrados por 2 vinhetas clínicas e resultam na elaboração de um conjunto de reflexões finais sobre a melhor forma de resolver as contradições preventivas que (ainda) afectam a percepção da eficiência e, sobretudo, o raciocínio sobre a efectividade das acções de prevenção empreendidos aos níveis local, regional ou nacional.
461 _vV.12,n.3
_d2006
_pp.21-28
_tToxicodependências
_cLisboa
606 _aADOLESCÊNCIA
_95060
606 _aCOMPORTAMENTO DE RISCO
_915285
606 _aDIAGNÓSTICO
_94043
606 _aPSICOPATOLOGIA
_95881
606 _aCONSUMIDOR
_98465
606 _aSUBSTÂNCIAS PSICOTRÓPICAS
_96333
606 _aCOMPORTAMENTOS ADITIVOS
_914975
606 _aDEPENDÊNCIA
_95434
700 _aFARATE
_bCarlos
_9329076
852 _jP.215