000 02274nam a2200241 4500
001 20508
090 _a20508
100 _a20060808u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA violência dos salvadores
_eA situação das crianças e jovens em risco nos Centros de Emergência
330 _aCriados em 2000 para suprir a necessidade de integrar rapidamente crianças e jovens em risco sem possibilidade de regresso imediato às respectivas famílias, os Centros de Emergência constituíram aparentemente uma boa solução. O seu número aumentou significativamente para responder às aparentes necessidades de um número cada vez maior de menores que eram retiradas às famílias e instalaram-se círculos viciosos que cresceram e perverteram todo o processo: - a nova solução facilitou a retirada de menores às famílias, ultrapassando a lotação dos Centros de Emergência; - as condições destes Centros, que por vezes já eram algo deficitárias à partida, deterioraram-se, tornando-se claramente desadequadas; - o tempo máximo estabelecido de estadia dos menores nos Centros de Emergência, de 48h, pressupondo o encaminhamento rápido para outros serviços era, e continua a ser, sistematicamente ultrapassado, prolongando-se por semanas, meses, anos... Como pedopsiquiatras, propomo-nos reflectir e divulgar o impacto que a permanência nos Centros de Emergência têm sobre estas crianças e jovens, cujo percurso de vida anterior determinou já fragilidades psíquicas importantes. O objectivo é tentar mobilizar os técnicos e as autoridades competentes para uma rápida revisão de todo este processo. Para tal serão apresentadas algumas situações ilustrativas e discutidas possíveis alternativas de intervenção.
461 _vN.21
_d2006
_pp.99-110
_tRevista Portuguesa de Pedopsiquiatria
_cLisboa
606 _aCRIANÇA EM RISCO
_9320423
606 _aJOVEM EM RISCO
_9113459
606 _aCENTRO DE ACOLHIMENTO
_2Fátima Martinho
_917256
606 _aINTERVENÇÃO PSICOSOCIOLÓGICA
_9109794
700 _aGOLDSCHMIDT
_bTeresa
_918219
701 _aSILVA
_bV.
_9114241
701 _aCEPÊDA
_bT.
_918220
852 _jP.300