| 000 | 01491nam a2200193 4500 | ||
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| 001 | 20424 | ||
| 090 | _a20424 | ||
| 100 | _a20060606u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO paradoxo do jogo português _ea omnipresença do futebol e a ausência de espectadores dos estádios |
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| 330 | _aO futebol é, sem dúvida, um fenómeno omnipresente na vida portuguesa. pode mesmo falar-se de «futebolização» da sociedade portuguesa, mas, paradoxalmente, a profunda centralidade social do futebol em Portugal coexiste com uma realidade oposta: os níveis de assistência aos jogos «ao vivo» surpreendentemente baixos. Neste artigo destacam-se e analisam-se algumas das particularidades da formação social do futebol em Portugal, exactamente a partir daquelas realidades aparentemente paradoxais. debruçando-se sobre dados acerca das assistências nos estádios desde os anos 1980, os autores desenvolvem seis factores/argumentos que poderão ajudar a explicar este paradoxo do jogo português, concluindo que as duas realidades em questão não são completamente contraditórias e que, em certa medida, acabam por se determinar mutuamente. | ||
| 461 |
_vV.41,n.179 _d2º.tri. 2006 _pp.519-551 _tAnálise Social _cLisboa |
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| 606 |
_aDESPORTO FUTEBOL PORTUGAL _9114162 |
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| 700 |
_aCOELHO _bJoão Nuno _9114163 |
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| 701 |
_aTIESLER _bNina Clara _9113569 |
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| 852 | _jP.46 | ||