000 01814nam a2200241 4500
001 20293
090 _a20293
100 _a20060216u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aAtitudes face aos reclusos em guardas prisionais
_eimplicações para a formação do pessoal penitenciário
330 _aNeste artigo apresentam-se os resultados da aplicação de uma escala de atitudes em relação à reclusão (EARR) a uma amostra de 105 guardas prisionais, procedendo-se de seguida a análises em função de variáveis socio-demográficas e profissionais da amostra. Os resultados salientam as boas qualidades psicométricas da escala e indicam que são os guardas mais idosos e com maior número de anos de serviço que expressam uma atitude mais positiva face aos reclusos. Por outro lado, verifica-se a existência de uma correlação negativa - mas não significativa - entre o grau de habilitações literárias e uma atitude positiva em relação à reclusão. Estes resultados são interpretados à luz das necessidades de formação inicial e contínua dos guardas prisionais, sugerindo-se a introdução da técnica de análise dos incidentes críticos como estratégia para a mudança de atitudes e comportamentos nos guardas prisionais. Implicações para o tratamento penitenciário e o clima interno das prisões são, por fim, referidas.
606 _aPRISÃO
_95106
606 _aGUARDA PRISIONAL
_97169
606 _aRELAÇÕES HUMANAS
_99280
606 _aRECLUSO
_9550
606 _aFORMAÇÃO PROFISSIONAL
_9815
700 _aGONÇALVES
_bRui Abrunhosa
_f1958-
_9407508
701 _aVIEIRA
_bSandra
_9329411
852 _jP.101