| 000 | 01519nam a2200217 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 20291 | ||
| 090 | _a20291 | ||
| 100 | _a20060216u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aPrisões _eda intervenção institucional à desinstitucionalização das intervenções |
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| 330 | _aUltrapassada a inicial euforia face às potencialidades "regeneradoras" do sistema prisional, seguiram-se verdadeiras ondas de desânimo potenciadoras das vozes do conformismo securitário, contrabalançadas, contudo, pelas investidas interventivas que gradualmente foram ganhando terreno e autonomia no espaço intra-muros. E se é verdade que as resistências iniciais à entrada de profissionais "de fora" se encontram actualmente esbatidas, não é menos verdade que se verifica a pouco e pouco um movimento no sentido inverso: o da transposição da prisão para a comunidade. Assiste-se, assim, à viragem de uma era focada nas intervenções em meio institucional, para uma nova era em que a prisão e os seus produtos são devolvidos ao centro da vida comunitária: a da sua desinstitucionalização. | ||
| 461 |
_vS.3,nºs.1/2 _d2005 _pp.35-41 _tTemas Penitenciários _cLisboa |
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| 606 |
_aPRISÃO _95106 |
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| 606 |
_aINTERVENÇÃO INSTITUCIONAL _9102886 |
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| 606 |
_aDESINSTITUCIONALIZAÇÃO _9158841 |
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| 606 |
_aMODELOS DE INTERVENÇÃO _9104508 |
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| 700 |
_aVIEIRA _bHernâni _9327110 |
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| 852 | _jP.101 | ||