| 000 | 03470nam a2200265 4500 | ||
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| 001 | 20002 | ||
| 090 | _a20002 | ||
| 100 | _a20050811u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aSocioemotional behavior in childhood as a precursor to delinquency and adaptation _egender differences |
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| 330 | _aA revisão da literatura no domínio explorado neste trabalho permite concluir que existem diferenças entre os sexos, ao nível do comportamento socio-emocional, da infância à vida adulta. Os rapazes tendem a ser mais vulneráveis à externalização de problemas, apresentando comportamentos danosos e incomodativos para os outros, ao passo que as raparigas se caracterizam, de maneira mais habitual, por uma internalização dos problemas, directamente associada a perturbações das emoções e dos estados de humor. Como consequência, a conduta delinquente é mais comum nos rapazes do que nas raparigas, particularmente a de tipo persistente ao longo da vida, a qual costuma estar fortemente relacionada com défices neuropsicológicos e com o aparecimento precoce de problemas de comportamento. A delinquência masculina tende a ser precedida pela externalização de problemas, podendo, no entanto a depressão e a ansiedade constituir também percursores do comportamento criminal feminino. No âmbito do estudo ainda em curso, o Jyväskylä Longitudinal Study of Personality and Social Development (JYLS), durante o qual sujeitos finlandeses têm vindo a ser seguidos dos 8 aos 42 anos de idade, foi possível concluir que as diferenças entre os sexos, ao nível da continuidade do desenvolvimento socio-emocional, podem ser descritas de acordo com um modelo bidimensional de regulação emocional e comportamental. As dimensões relacionam-se com as diferenças individuais no auto-controlo e na expressão das emoções negativas. A força do auto-controlo sobre as emoções negativas, associado quer à manifestação, quer à inibição dos comportamentos, permite aduzir um construto para explicar a continuidade verificada, ao longo dos anos, nas condutas teoricamente relacionadas. Um baixo auto-controlo associado à manifestação (externalização) dos comportamentos constitui um factor de risco no desenvolvimento masculino, ao passo que os factores de risco para o sexo feminino incluem também um baixo auto-controlo associado à inibição das condutas, patente na passividade e na ansiedade. Estas últimas manifestações tendem a proteger o sexo masculino dos problemas de conduta, enquanto que os comportamentos expressos e activos, em oposição aos de passividade, costumam representar uma mais valia para a mulher, pois facilitam o seu desenvolvimento de carreira. O aparecimento de problemas no funcionamento social é geralmente precedido pela acumulação de factores de risco ligados tanto a determinantes ambientais como a adversidades familiares. | ||
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_vA.38,nº.1-2-3 _d2004 _pp.11-48 _tRevista Portuguesa de Pedagogia _cCoimbra |
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| 606 |
_aCOMPORTAMENTO HUMANO _99537 |
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| 606 |
_aCOMPORTAMENTO SOCIAL _94885 |
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| 606 |
_aDELINQUÊNCIA FEMININA _9102339 |
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| 606 |
_aDELINQUÊNCIA MASCULINA _9113703 |
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| 606 |
_aSEXO _97281 |
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| 606 |
_aINFÂNCIA _95086 |
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| 606 |
_aADULTO _98733 |
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| 606 |
_aDESENVOLVIMENTO SÓCIO-EMOCIONAL _9102327 |
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| 700 |
_aPULKKINEN _bLea _9113755 |
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| 852 | _jP.247 | ||