000 02021nam a2200229 4500
001 19889
090 _a19889
100 _a20050614u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO mixed bang das reformas do sector da saúde pós-2002
300 _aVolume temático
330 _aDurante a última década, as experiências de transformação no sector da saúde, em particular no subsector hospitalar, seguiram um padrão quase minimalista, sobretudo na dimensão: uma experiência de gestão privada em hospital público, uma experiência de unidade local de saúde, uma experiência, depois outra, de diferentes estatutos para o hospital público. Em meados de 2002 lança-se uma nova forma de encarar estas experiências que levou, no início de 2003, a que metade (sensivelmente) dos hospitais do sector público tivesse sido alvo de uma experiência (a transformação em sociedades anónimas de capitais exclusivamente públicos). Discutem-se no presente texto as vantagens e desvantagens de reformas gradualistas versus big bang. A empresarialização dos hospitais portugueses constitui um caminho intermédio, que foi denominado mixed bang. No contexto nacional, face à incapacidade histórica de expandir experiências gradualistas, ainda que bem sucedidas, e às resistências que reformas big bang originam em áreas onde os actores principais se encontram bem organizados, o mixed bang surge como uma solução de tranformação que, aparentemente, está a gerar mudanças na organização hospitalar nacional.
461 _vN.4
_d2004
_pp.51-56
_tRevista Portuguesa de Saúde Pública
_cLisboa
606 _aSECTOR DA SAÚDE SECTOR PÚBLICO PRIVATIZAÇÃO GESTÃO DE EMPRESAS
_9113648
700 _aBARROS
_bPedro Pita
_9328412
852 _jP.240