| 000 | 02980nam a2200289 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 19886 | ||
| 090 | _a19886 | ||
| 100 | _a20050614u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA intervenção privada na prestação pública _eda expansão do Estado às parcerias público-privadas |
||
| 300 | _aVolume temático | ||
| 330 | _aDurante séculos o papel do Estado na vida económica e social das nações foi crescendo, atingindo um desenvolvimento assinalável a partir da segunda guerra mundial, em execução do novo paradigma que dela resultou. Desenvolvimento que conheceu fortes críticas com paragem e posterior inversão de sentido durante a década de 80 em que se gerou alguma diluição da intervenção do Estado, criando-se um movimento de relativo cepticismo relativamente à bondade, à eficiência e aos custos daquela intervenção. Foi neste contexto e paralelamente com o aumento da vontade de intervir do sector privado que surgiram as chamadas três "vagas" de intervenção privada, sucessivamente dirigidas às actividades públicas (i) em sectores industriais, comerciais ou de serviços não estratégicos, (ii) no domínio das infra-estruturas e, finalmente, (iii) na área social, recorrendo com diferentes níveis de sucesso, a diversos processos, da privatização às parcerias público-privadas (PPP), passando pela empresarialização. O movimento de reforma nascido de reservas quanto à eficiência do sector público não passou ao lado da saúde, particularmente do hospital público, em que assumiu objectivos e modos específicos, das «reformas de gestão» às «reformas de financiamento» e às «reformas organizacionais», para, na sequência do movimento anteriormente ocorrido noutros domínios, também recorrer às parcerias público-privadas. Depois de situar estas iniciativas no contexto do movimento que rodeou o aumento da intervenção privada na produção e na prestação pública, o artigo procura identificar os requisitos de compatibilidade das parcerias público-privadas com sistemas de saúde organizados e que perseguem a universalidade da cobertura, a acessibilidade e compreensividade dos cuidados e a equidade do acesso, com especial atenção ao facto de (designadamente em Portugal) a partilha de riscos e tarefas poder atribuir ao sector privado a gestão das dimensões clínicas da prestação. | ||
| 461 |
_vN.4 _d2004 _pp.121-136 _tRevista Portuguesa de Saúde Pública _cLisboa |
||
| 606 |
_aESTADO _98865 |
||
| 606 |
_aPARCERIA _916675 |
||
| 606 |
_aINTERVENÇÃO _98592 |
||
| 606 |
_aSECTOR PÚBLICO _917779 |
||
| 606 |
_aPRIVATIZAÇÃO _9682 |
||
| 606 |
_aSAÚDE _9788 |
||
| 700 |
_aREIS _bVasco Pinto dos _917528 |
||
| 852 | _jP.240 | ||