| 000 | 01481nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 19799 | ||
| 090 | _a19799 | ||
| 100 | _a20050418c2003 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA deontologia dos assitentes sociais como ética profissional _fMichael Knoch |
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| 330 | _aO artigo esboça a deontologia desde as origens históricas do termo até à criação dos códigos deontológicos. Vindo de um pensamento Kantiano, questiona o carácter de obrigações e requer uma ética profissional na base da liberdade e autonomia dos Assitentes Sociais. Desenvolve esta ética como uma auto-reflexão da profissão em três vertentes: relação com os clientes e a sociedade; relação para com as instituições e colegas; relação sobre a própria pessoa do profissional. De modo implícito discute o termo da ajuda e a ruptura com este conceito nos anos 70, a função de mediação da Assistente Social e a análise crítica das instituições sociais. | ||
| 461 |
_vA.13,n.27 _dJun. 2003 _pp.5-30 _tIntervenção Social _cLisboa |
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| 606 |
_aSERVIÇO SOCIAL _91183 |
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| 606 |
_aASSISTENTE SOCIAL _96760 |
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| 606 |
_aDEONTOLOGIA _98874 |
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| 606 |
_aÉTICA PROFISSIONAL _912863 |
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| 606 |
_aINSTITUIÇÕES SOCIAIS _96340 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aKNOCH _bMichael _9113550 |
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| 852 | _jPP100 | ||