000 01966nam a2200181 4500
001 19783
090 _a19783
100 _a20050407u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aPedagogia, comunicação e existência
330 _aVivemos numa era de transição entre o moderno e o pós-moderno. Mas neste artigo defende-se, acima de tudo, uma reconstrução crítica da modernidade, assinalando-se que as correntes do pensamento educativo, se lidas com cuidado, partilham um mesmo elemento de base: a comunicação. O certo é que o primado da acção comunicacional permite assegurar a construção e o desenvolvimento da identidade dos alunos como sujeitos, e garantir as pretensões da razão à validade. O sujeito, que em última análise se visa, é o ser humano capaz de se refazer, transformar, "trans(as)cender". Para que este caminho seja viável, privilegiam-se três orientações pedagógicas fundamentais: a transmissiva, a interactiva e a diferenciada. No plano da razão teórica, valoriza-se o racionalismo aplicado, numa relação de proximidade com o espírito científico, e bem assim as vertentes metodológicas que se consideram com maior incidência na promoção do eixo cognitivo (primado dos objectivos, da avaliação e do reforço; construtivismo da inteligência; pedagogia do treino e da mediação). No que concerne à razão prática, indicam-se os caminhos mais propícios ao seu desenvolvimento, distinguindo os respectivos usos pragmático (conhecimento/reflexão/acção), ético (metodologias retóricas e conversacionais), e moral (metodologias de inspiração kohlberguiana).
461 _vA.37,n.3
_d2003
_pp.197-230
_tRevista Portuguesa de Pedagogia
_cCoimbra
606 _aPEDAGOGIA PENSAMENTO EDUCAÇÃO COMUNICAÇÃO CONHECIMENTO
_9113536
700 _aBELCHIOR
_bFernando Henrique
_917710
852 _jP.247