| 000 | 01890nam a2200181 4500 | ||
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| 001 | 19653 | ||
| 090 | _a19653 | ||
| 100 | _a20041215u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA cidade como cenário de prevenção _ea cidade de cada um - convite para um passeio por lugares e não lugares |
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| 330 | _aNão há acção que não ocorra num espaço. O mais pequeno pensamento, o simples gesto, o encontro, o drama, o quotidiano social têm um espaço - externo e interno - um cenário que enquadra o que nele se passa. O espaço onde ocorre a acção, é um reservatório de significado que empresta ao actor um sentido que ultrapassa o próprio personagem, ajudando-o a acabar-se como um todo, fomentando a relação com um passado, um presente e um futuro. Dominar as coordenadas do espaço é aquilo que permite ao actor, em qualquer lugar, saber onde está. É isso que lhe permite não se perder no meio do nada. Ou melhor, é isso que lhe permite achar-se quando se permite perder. A conquista deste espaço pessoal - e a autonomia de nele se mover - é essencial no processo de consolidação da identidade. A cidade, com a sua história, empresta a quem nela vive uma identidade e um ritmo próprio, fornecendo espaços onde a partilha de percursos resulta no enriquecimento das fantasias e das referências. Mas essa função tem vindo a esvaziar-se à medida que a cidade ganha em funcionalidade e perde em tradição. Para o inventor em prevenção não basta compreender o significado do comportamento que pretende prevenir mas também as mudanças do cenário onde a sua acção tem lugar. | ||
| 461 |
_vV.10,n.2 _d2004 _pp.3-12 _tToxicodependências _cLisboa |
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| 606 |
_aPREVENÇÃO CIDADE IDENTIDADE _9113408 |
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| 700 |
_aMELO _bRaúl _9329145 |
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| 852 | _jP.215 | ||