000 01849nam a2200193 4500
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090 _a18939
100 _a20030327u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aIdentidade racial e preferência em crianças brasileiras de cinco a dez anos
330 _aNeste artigo analisam-se o efeito da cor da pele e da idade sobre a identidade e a preferência raciais de 238 crianças brasileiras brancas, negras e mulatas de cinco a dez anos. As variáveis dependentes foram a carategorização racial, a auto-identificação racial, a avaliação emocional da pertença e a preferência. Os resultados indicam que a maior parte das crianças categoriza os seus pares de acordo com a raça. Em relação à auto-identificação racial, as crianças negras e mulatas são as que menos se auto-identificam correctamente. Relativamente à avaliação emocional da pertença, verificamos que as crianças negras de cinco a seis anos são as que menos gostam de ser como são e que mais gostariam de ser diferentes. Outras análises (ACM) mostraram que as crianças negras de cinco a oito anos são as que mais se percebem como negras, e que as crianças negras de nove e dez anos são as que mais se percebem como mulatas e gostam de ser o que acham que são. Em relação à preferência, verifica-se que a criança branca é a preferida, seguida da mulata, enquanto a negra é preterida. Os resultados são interpretados e discutidos à luz da teoria da identidade social e do racismo na infância.
461 _vV.16,n.2
_d2002
_p293-323
_tPsicologia
_cOeiras
606 _aIDENTIDADE SOCIAL RACISMO RAÇAS
_9112670
700 _aFRANÇA
_bDalila Xavier de
_9112671
701 _aMONTEIRO
_bMaria Benedicta
_99800
852 _jP.103