| 000 | 01555nam a2200181 4500 | ||
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| 001 | 18812 | ||
| 090 | _a18812 | ||
| 100 | _a20021226u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 | _aOs quês e os porquês na prevenção primária das toxicodependências - Parte 2 | ||
| 330 | _aDepois de uma primeira parte onde nos debruçamos sobre os Porquês da Prevenção, os Parceiros e as Equações que se lhes põem, avançamos nesta segunda parte para alguns Quês com que os interventores se deparam no seu dia a dia. Questões como Conteúdos, Contextos, Timings e Cenários são aflorados de forma solta, ao sabor do pensamento, levantando dúvidas mais do que dando respostas. Dando continuidade ao pressuposto da primeira parte do artigo, pretende-se que das leituras nasçam reacções, prós ou contras, mas reacções que conduzam à prática e ao terreno, à curiosodade de ver como se faz, à partilha do que se fez, à exploração de como seria se de outra maneira fizesse... Se a máxima de que "o principal instrumento preventivo é a relação" já vai sendo difundida que outra máxima se vá tornando cada vez mais clara: ningém provoca a mudança sozinho. É no todo que o sistema muda... e não nos podemos esquecer que nós próprios fazemos parte dele. | ||
| 461 |
_vV.8,n.3 _d2002 _p69-75 _tToxicodependências _cLisboa |
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| 606 |
_aPREVENÇÃO PRIMÁRIA TOXICODEPENDÊNCIA _9108124 |
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| 700 |
_aMELO _bRaul _9329145 |
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| 852 | _jP.215 | ||