000 01078nam a2200169 4500
001 18590
090 _a18590
100 _a20020906u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA droga e "o doce veneno" da religião
330 _aAvança-se aqui a hipótese que aquilo que substancialmente liga a droga e a religião é sua função imaginária, o seu carácter utópico, fiduciário e paliativo. Os objectos, os mitos, não falam a partir de si mesmos, mas daquilo que representam ou prometem. Assim da droga e da religião. O que envenena a fonte da vida é a cena imaginária que a si mesma se injecta o veneno da autonomia e faz de nós, em vez de filhos, monstros. Conclui-se que o que salva o homem é o abandono na palavra do Outro, não no imaginário da sua prisão. O que obriga a um salto no vazio: a fé nasce desse salto.
461 _vV.8,n.2
_dJul. 2002
_pp.77-86
_tToxicodependências
_cLisboa
700 _aMOURÃO
_bJosé Augusto
_916941
852 _jP.215