000 01650nam a2200229 4500
001 18112
090 _a18112
100 _a20020116c2001 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA justiça em laboratório
_fSusana Costa
330 _aA ciência forense pretende auxiliar o direito tornando a justiça mais científica e, portanto, em princípio, mais rigorosa. Uma manifestação recente dessa pretensão é o uso da identificação por perfis genéticos de ADN. A adopção deta técnica veio abrir novas possibilidades no domínio da identificação individual, mas também tornar visíveis problemas que podem tornar o seu uso controverso e estar na origem de abusos e de erros judiciais, podendo pôr em causa princípios fundamentais da cidadania e da vida democrática. Atento à importância central da questão da padronização das técnicas, nas suas virtualidades e nos seus riscos - nomeadamente, a possibilidade de padronização do direito - este estudo procura identificar as forças e fragilidades do uso da identificação por perfis genéticos, tentando perceber, em simultâneo, como se joga a tensão entre uma ciência forense que se globaliza e um direito que permanece localizado.
461 _vN.60
_dOut. 2001
_pp.171-190
_tRevista Crítica de Ciências Sociais
_cCoimbra
606 _aTEORIAS DA JUSTIÇA
_97606
606 _aTEORIA DO DIREITO
_95566
606 _aADN
_93845
606 _aPORTUGAL
_9279
700 _aCosta
_bSusana
_9324953
852 _jPP82