000 01590nam a2200253 4500
001 18111
090 _a18111
100 _a20020116c2001 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aDa cultura da impunidade à judicialização global
_eo Tribunal Penal Internacional
_fJosé Manuel Pureza
330 _aA criação do Tribunal Penal Internacional é avaliada à luz da tendência actual para a globalização do Estado de Direito e a homogeneização global dos sistemas judiciais. Coloco dois problemas principais: em primeiro lugar, o de saber se o Estatuto de Roma, que institui o Tribunal Penal Internacional, rompe com o legado vestefaliano da natureza estritamente estatal das jurisdições criminais ou se, ao invés, apresenta decisivos traços de continuidade relativamente a essa memória; em segundo lugar, o da adequação da solução judicial e do seu modo de ser específico à superação dos Estados e políticas genocidas e à satisfação das considerações elementares de humanidade como exigências básicas da ordem pública mundial contemporânea.
461 _vN.60
_dOut. 2001
_pp.121-139
_tRevista Crítica de Ciências Sociais
_cCoimbra
606 _aDIREITOS DO HOMEM
_9492
606 _aGENOCÍDIO
_916714
606 _aSOBERANIA
_916715
606 _aESTADO
_9862
606 _aTRIBUNAL INTERNACIONAL PENAL
_911604
606 _aPORTUGAL
_9279
700 _aPUREZA
_bJosé Manuel
_916716
852 _jPP82