| 000 | 01502nam a2200181 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 18009 | ||
| 090 | _a18009 | ||
| 100 | _a20011214u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 | _aCrise do Estado e a administração da justiça | ||
| 330 | _aAs democracias assentam na ideia de contrato social. Tratando-se de uma obrigação complexa e contraditória, é susceptível de ampliação, redução ou mesmo de colapso. O crescimento do Welfare State visou a integração do proletariado na sociedade das economias capitalistas, pretendendo reduzir a litigiosidade social. Porém, o crescimento das administrações públicas prestacionais propiciou mais amplos factores de conflito que as crises das décadas de 70 e 80 potenciaram, colocando globalmente em situação de pré-colapso o sistema de segurança colectiva e em especial o subsistema de administração de justiça. Em Portugal, estes problemas são fortemente agravados pela ausência de uma profunda reforma da administração pública. Neste contexto, é analisada a crise de legitimidade do poder judicial, a crise de modelo de gestão dos tribunais e a crise de formação dos magistrados e funcionários judiciais. | ||
| 461 |
_vV.1,n.2 _d2000 _pp.68-82 _tRevista de Administração e Políticas Públicas _cBraga |
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| 606 |
_aESTADO ADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA _9111912 |
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| 700 |
_aDIAS _bJ. P. Baptista _916653 |
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| 852 | _jP.286 | ||