000 01690nam a2200205 4500
001 17029
090 _a17029
100 _a20010326c1990 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aElogio da cidade
_fJoão Peixoto
330 _aQual o futuro das cidades? O primeiro problema a resolver é o do próprio conceito de "cidade". Na literatura sociológica, existem duas teorias dominantes: uma que defende a contínua especificidade do "urbano", conferindo identidade às "cidades" ao longo da história; outra que sustenta a diversidade da realidade "urbana", consoante as diferentes sociedades onde se enquadram as concentrações físicas da população. Devemos admitir que ambas as posições têm elementos de verdade. Sociedades, histórias ou civilizações diferentes dão diferentes significados às cidades; mas podemos defender que a forte interacção social, a permanente diversidade dos contactos, a informalidade das relações, sustentam uma forma peculiar de realidade sociológica. A actual sociedade de comunicação introduz alguns dados novos: nunca a comunicação inter-pessoal foi tão independente da proximidade física. Mas mesmo nela, mais importante do que falar do "fim das cidades" ou de uma "urbanização generalizada" é talvez enfatizar a permanente diferença da "cidade".
461 _vN.30
_dJun. 1990
_pp.97-112
_tRevista Critica de Ciencias Sociais
_cCoimbra
606 _aINTERACÇÃO SOCIAL
_9102503
606 _aRELAÇÃO INTERPESSOAL
_916048
606 _aURBANISMO
_9167
700 _aPEIXOTO
_bJoão
_9327949
852 _jPP82