| 000 | 01899nam a2200217 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 15634 | ||
| 090 | _a15634 | ||
| 100 | _a20010326c1995 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aOs limites da protecção da família _eintrodução a uma discussão sobre as novas solidariedades na relação família-Estado _fClaude Martin |
||
| 330 | _aNo quadro do actual debate em torno da evolução dos sistemas públicos de protecção social, analisam-se as teses desenvolvidas em França sob a designação de "economia solidária", para mostrar alguns dos seus pressupostos e limites. Sem abandonar a ideia de que o trabalho continua a ser o vector principal da integração e do acesso à cidadania, os defensores das teses da "economia solidária" propõem um compromisso entre economia monetária e não monetária, que passa pelo estímulo às formas de reciprocidade entre os cidadãos e pela associação destes à concepção e gestão dos serviços que lhe são destinados. Porém, a experiência (escassa) de projectos neste sentido mostra que uma tal proposta corre o risco de se realizar de uma forma muito desigual, ao deixar de fora os estratos sociais menos aptos a "tomarem a palavra" e menos providos de capital relacional para investir na reciprocidade. Assentando ainda numa concepção eufemizada das solidariedades familiares, ela pode conduzir ao resultado perverso de um aumento das desigualdades em função do carácter particularista e selectivo daquelas solidariedades. | ||
| 461 |
_vN.42 _dMaio 1995 _pp.53-76 _tRevista Crítica de Ciências Sociais _cCoimbra |
||
| 606 |
_aSOLIDARIEDADE _99293 |
||
| 606 |
_aPROTECÇÃO SOCIAL _91134 |
||
| 606 |
_aECONOMIA SOCIAL _94669 |
||
| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
||
| 700 |
_aMARTIN _bClaude _913516 |
||
| 852 | _jPP82 | ||