| 000 | 01992nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 15119 | ||
| 090 | _a15119 | ||
| 100 | _a20010326u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 | _aPerfil da população seropositiva para o VIH no estabelecimento prisional do Porto | ||
| 330 | _aUm dos problemas que os AA encontraram ao longo dos anos em que têm exercido actividade clínica no estabelecimento Prisional do Porto (EPP) foi o aumento da população seropositiva para o Vírus da Imunodeficiência Humana (VIII). Neste trabalho pretenderam determinar na população do EPP o perfil do recluso seropositivo, o resultado do tratamento instituido e se haveria ou não o fenómeno que designaram por "efeito de estufa", isto é, se os reclusos viriam infectados do exterior ou se adquiriram a infecção dentro do sistema prisional. O estudo incidiu sobre uma população constituída por 1010 reclusos seropositivos. O perfil do recluso seropositivo que dá entrada no EPP foi definido pelos AA como uma idade compreendida entre 23 e 34 anos, proveniente de um concelho da área do Grande Porto ou do litoral urbano, que provalvelmente não foi preso pela primeira vez e é toxicodependente há vários anos. Relatam-se os trabalhos realizados com estes reclusos ao nível dos Serviços Clínicos do EPP, ressaltando-se a importância e os resultados do acompanhamento psicológico. Finalmente, os AA verificaram que não existe o que chamaram "efeito de estufa" pois só 0,79% dos casos estudados revelaram ser de reclusos, que provavelmente contraíram a infecção dentro do sistema prisional. | ||
| 461 |
_vN.2 _d1998 _pp.49-54 _tTemas Penitenciários _cLisboa |
||
| 606 |
_aESTABELECIMENTO PRISONAL DO PORTO SEROPOSITIVO _9109575 |
||
| 700 |
_aMORGADO _bRui M. Ramos _914920 |
||
| 701 |
_aMALTA _bLetícia S. _914921 |
||
| 701 |
_aVASCONCELOS _bA. Ludgero de _914922 |
||
| 852 | _jP.101 | ||