000 01572nam a2200205 4500
001 14973
090 _a14973
100 _a20010326u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aDestinos cruzados
_eestruturas e processos da homogamia
330 _aNeste artigo pretende-se abordar, a propósito de um universo de sócios de empresas recém-criadas de dois concelhos periféricos de Lisboa, Loures e Barreiro, a questão da homogamia. Num primeiro ponto discute-se a pertinência de uma perspectiva que foca o desfasamento entre as representações que constroem a conjugalidade moderna e a lógica homogâmica das práticas de escolha do cônjuge. No segundo, a homogamia é motodologicamente trabalhada como estrutura, isto é, como produto final de uma decisão que recai sobre um par ou sobre alguém com uma posição vizinha no espaço social e, no terceiro, como processo, ou seja, privilegiando os cenários de interacção nos quais os parceiros vêm efectivamente a encontrar-se ou desencontrar-se. Conclui-se por último, que apesar de esta população se caracterizar por uma acentuada mobilidade social (face à geração de origem), o percurso matrimonial é socialmente endogâmico.
461 _vV.32,S.4,n.143-144
_d1997
_pp.875-898
_tAnálise Social
_cLisboa
606 _aHOMOGAMIA
_9109453
700 _aALMEIDA
_bAna Nunes de
_9104269
701 _aSOBRAL
_bJosé Manuel
_914848
701 _aFERRÃO
_bJoão
_9320351
852 _jP.46