| 000 | 01552nam a2200169 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 14958 | ||
| 090 | _a14958 | ||
| 100 | _a20010326u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDependência psicológica versus dependência física? _fJoão Salvado Ribeiro |
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| 330 | _a1. Os progressos registados nas duas últimas décadas, na área das neurociências, permitiram compreender melhor as bases bioquímicas do comportamento humano, nomeadamente no que se refere ao processo de instalação do fenómeno da dependência física de drogas. 2. Mas, a dependência psicológica continua a ser um fenómeno complexo difícil de deslindar! Os melhores programas de tratamento que visam a abstinência e fazem da prevenção das recaídas um objectivo primordial, fracassam sempre que 'efeitos residuais' induzem o toxicodependente abstinente a recair. 3. A perspectiva psicodinâmica pode constituir uma tentativa para compreender o fenómeno da dependência psicológica e da etiologia dos comportamentos toxicodependentes. 4. Os toxicodependentes em tratamento ainda são a maior fonte de conhecimento para compreensão deste fenómeno da dependência psicológica: a sua história, desfiada ao rítmo das trajectórias de consumos, continua a ser o melhor registo das vicissitudes do seu processo evolutivo. | ||
| 461 |
_vV.4,n.2 _d1998 _pp.45-53 _tToxicodependências _cLisboa |
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| 606 |
_aDEPENDÊNCIA DROGA _9109448 |
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| 700 |
_aRIBEIRO _bJoão Salvado _914113 |
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| 852 | _jP.215 | ||