000 01540nam a2200169 4500
001 14941
090 _a14941
100 _a20010326u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aSuicídio prisional
_eum retrato
_fJ. J. Semedo Moreira
330 _aEste artigo procede à caracterização sociológica dos reclusos que se suicidaram no sistema prisional português entre 1990 e o final do primeiro semestre de 1995 e traça as grandes linhas que enquadram a consumação do acto. A informação abarca os dados pessoais dos suicidas, a sua situação criminal e penal e os aspectos 'técnicos' da morte auto-infligida. As semelhanças encontradas entre as feições sociológicas, criminais e penais dos suicidas e da restante população reclusa, bem como a irregularidade com que o acto de suicídio se desenha de ano a ano, reforçam a ideia de que a prevenção do fenómeno em meio prisional é um trabalho particularmente ingrato e que a sua compreensão requer um desdobramento do olhar pelos níveis individual e social.As conclusões, mais do que validar ou rejeitar a premissa que induz à prisão características suicidogéneas, podem permitir a recolocação de algumas das questões referentes ao suicídio prisional, assim como ao seu estudo e prevenção.
461 _vS.2,n.1
_d1998
_pp.17-38
_tTemas Penitenciários
_cLisboa
606 _aSUICÍDIO NA PRISÃO DADOS ESTATÍSTICOS
_9109433
700 _aMOREIRA
_bJ. J. Semedo
_9327350
852 _jP.101