000 01901nam a2200169 4500
001 14794
090 _a14794
100 _a20010326u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aEnfoque ecosistemico de las drogadicciones
_fLiliana Chamó
330 _aPartindo da noção de 'doenças de transição de risco' (como alterações do comportamento produzidas por problemas sociais), a autora considera a adição a drogas como emergente da crise da existência do homem, abrindo um espaço de interrogação e modificação do campo biológico, psicológico, jurídico e social.Atendendo a que o modelo médico, devido às suas características, não consegue dar resposta a estas problemáticas, contrapõe o modelo ecosistémico que se refere a organizações complexas de indivíduos, famílias, grupos e instituições, a etiologias multicausais bio-psico-sociais, a um trabalho em equipas transdisciplinares, tomando os conceitos de 'redes','complexidade', 'processo', 'interrelação', 'avaliação','flexibilidade', 'mudança' 'individuação' e 'diferenciação', como base dos instrumentos de diagnóstico e tratamento. Para este modelo, o sintoma encontra o seu sentido num sistema interrelacional, vendo a adição a drogas como um ecosistema composto por múltiplas redes em contínua interacção e interdependência. Define a intervenção como um processo terapêutico que terá como objectivo a recomposição dos territórios corporais, biológicos, psíquicos e sociais do paciente. Define ainda as estratégias sócio-sanitárias para atingir esses objectivos. O indivíduo é visto como protagonista do seu destino, como construtor de si mesmo.
461 _vA.3,n.3
_dNov.1997
_pp.9-16
_tToxicodependências
_cLisboa
606 _aCONSUMO DE DROGA
_95102
700 _aCHAMÓ
_bLiliana
_9109294
852 _jP.215