| 000 | 01071nam a2200169 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 14571 | ||
| 090 | _a14571 | ||
| 100 | _a20010326u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aLe vécu des infirmières face au sida (2 èmes journées de l'AP-HP) _fCatherine Veil |
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| 330 | _aPerante um doente com SIDA, os enfermeiros e enfermeiras são confrontados com uma certa ansiedade e angústia. Eles utilizam mecanismos de defesa que lhes permitem adaptar-se à situação e por vezes desenvolvem mecanismos de libertação utilizando esta angústia como motor numa dinâmica de pesquisa. Numerosos factores, institucionais, profissionais ou pessoais impedem os processo de libertação. Outros libertam a elaboração mental e proporcionam a tomada de consiência do corpo de prazer ou corpo imaginário, complemento do corpo biológico ou científico. | ||
| 461 |
_vA.3,n.2 _dJun. 1997 _pp.61-64 _tToxicodependências _cLisboa |
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| 606 |
_aSIDA ANSIEDADE _9109080 |
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| 700 |
_aVEIL _bCatherine _914617 |
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| 852 | _jP.215 | ||