| 000 | 02005nam a2200181 4500 | ||
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| 001 | 14497 | ||
| 090 | _a14497 | ||
| 100 | _a20010326u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aUne addiction exemplaire _ele jeu pathologique _fM. Valleur, C. Bucher |
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| 330 | _aNuma grande parte da literatura científica internacional, o jogo patológico é considerado como uma entidade recente, instituída como tal pelo DSM-III em 1980. Esta novidade afirmada deve ser o primeiro motivo de espanto para o investigador, no que diz respeito a uma problemática individualizada desde a antiguidade. O estudo de diferentes dimensões do fenómeno (epidemiologia, história, sociologia, antropologia, estudos clínicos e propostas terapêuticas, etc...), mostra que as discussões a seu respeito se podem aplicar ao conjunto das toxicomanias. Estas, no seu conjunto, só podem ser abordadas através de modelos complexos, tendo em conta as dimensões biológicas, pessoais, sócio-culturais... Os autores propõem aqui um modelo das toxicomanias baseado nas noções de dependência e de comportamento ordálico, o qual se aplica em especial à compreensão do jogo compulsivo, excessivo, dostoievskiano, ou jogo patológico. Por estar assim situado no centro de um continuum das próprias toxicomanias, da mais 'banal' como o tabagismo; à mais ordálica, como a dependência actual das drogas ilícitas, o jogo explica as diferentes dimensões destes comportamentos: dependência, abandono de si, desubjectivação por um lado, desafio, experiência, busca de sentido, por outro. Ao lugar ambíguo do jogo na sociedade corresponde a complexidade, o paradoxo aparente de um comportamento ao mesmo tempo rotineiro e trangressivo. | ||
| 461 |
_vA.3,n.1 _dMar. 1997 _pp.59-71 _tToxicodependências _cLisboa |
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| 606 |
_aJOGO PATOLÓGICO TOXICODEPENDÊNCIA _9109009 |
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| 700 |
_aVALLEUR _bM. _9109010 |
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| 701 |
_aBUCHER _bC. _914582 |
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| 852 | _jP.215 | ||