| 000 | 02181nam a2200181 4500 | ||
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| 001 | 14450 | ||
| 090 | _a14450 | ||
| 100 | _a20010326u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aImagens da infância _ecrenças e valores das mães com filhos na escola primária _fPaula Castro, Maria Benedicta Monteiro |
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| 330 | _aEste estudo teve como objectivo l) caracterizar as dimensões de representação do desenvolvimento e da educação das crianças, a partir das crenças e dos valores parentais neste domínio, e 2) identificar alguns dos factores responsáveis pela sua variação. 311 mães de crianças do 1º e 2º anos de escolaridade em três escolas públicas de Lisboa responderam a um questionário que integrava ideias específicas sobre o desenvolvimento e a educação (crenças), e inquiria sobre as características ideais para os filhos, quando na fase adulta (valores), e sobre a duração da infância e da adolescência (etapas da vida). A amostra de mães foi caracterizada em termos sócio-económicos, grau de experiência materna, sexo da criança e percepção comparativa dos filhos. Uma AF em Componentes Principais mostrou a saliência de cinco dimensões de significado das crenças: Tradição,Auto-Regulação, Inatismo, Controlo e 'Bom-selvagem'. A variação da intensidade destas crenças, bem como das crenças maternas sobre as etapas da vida foi, sobretudo notória na clivagem sócio-económica das respondentes. A AFC utilizada para a análise dos valores mostrou a sua organização semântica em torno de duas dimensões: 'conservação-mudança' e 'primazia a si/primazia a outro'.A variação na partilha destes valores decorreu, uma vez mais, apenas da inserção dos sujeitos em categorias sócio-económicas. Os resultados são discutidos à luz do modelo de Sigel et al.(1985; 1986; 1992) sobre as origens das crenças parentais. | ||
| 461 |
_vN.21 _d1996 _pp.93-119 _tSociologia _cLisboa |
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| 606 |
_aCRENÇAS PARENTAIS VALORES DESENVOLVIMENTO INFANTIL _9108965 |
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| 700 |
_aCASTRO _bPaula _9108141 |
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| 701 |
_aMONTEIRO _bMaria Benedicta _99800 |
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| 852 | _jP.230 | ||