| 000 | 02145nam a2200169 4500 | ||
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| 001 | 14449 | ||
| 090 | _a14449 | ||
| 100 | _a20010326u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aPercepção social do consumo de drogas ilícitas inquérito às paróquias _fArtur Valentim |
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| 330 | _aRealizou-se uma pesquisa empírica junto de um Informante Social relevante - os responsáveis locais da Igreja Católica com vista a observar a percepção do consumo de drogas ilícitas nas áreas do Grande Porto, Grande Lisboa e Península de Setúbal. Utilizou-se o inquérito por entrevista telefónica e aplicaram-se diferentes procedimentos de recolha de dados. Os resultados revelaram que 34,5% das paróquias contactaram com consumidores de drogas nos últimos três meses anteriores. O total de consumidores contactados foi de 1036, sendo o seu perfil similar ao que se conhece através dos dados estatísticos da saúde, a saber, predominantemente juvenil e masculino, tendo 88% das paróquias percepcionado a existência de toxicodependência e 58% indicado ter havido um aumento deste comportamento social.Os indicadores apontam as paróquias de habitat intermédio como as que apresentam sistematicamente os valores mais elevados de consumo percepcionado. O padrão percepcional registado não é homogéneo do ponto de vista regional. A Grande Lisboa regista a maior vivência paroquial do consumo de drogas, a maior prevalência de consumidores contactados, mas é a região onde a percepção de aumento da toxicodependência na comunidade da paróquia tem o seu valor mais baixo. Em contrapartida a Península de Setúbal é a região com menor vivência paroquial do consumo de drogas, menor prevalência, mas onde o aumento da toxicodependência na comunidade das paróquias é percepcionado com maior gravidade. O Grande Porto apresenta valores intermédios. | ||
| 461 |
_vN.21 _d1996 _pp.165-196 _tSociologia _cLisboa |
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| 606 |
_aCONSUMO DE DROGAS TOXICODEPENDÊNCIA INQUÉRITO DADOS ESTATÍSTICOS _9108964 |
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| 700 |
_aVALENTIM _bArtur _9327315 |
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| 852 | _jP.230 | ||