| 000 | 01735nam a2200241 4500 | ||
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| 001 | 14312 | ||
| 090 | _a14312 | ||
| 100 | _a20010326c2000 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO neo-racismo europeu e as responsabilidades da Antropologia _fJoão Filipe Marques |
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| 330 | _aO racismo que se observa hoje na Europa parece possuir contornos e especificidades que o afastam do racismo colonial do passado. Os motivos dominantes não são já a hereditariedade ou o sangue, mas as diferenças entre culturas ou os traços identitários, levando a modos de rejeição que no caso europeu, têm como alvo principal as minorias étnicas com origem na imigração. Paradoxalmente, o discurso político neo-racista vai buscar argumentos a uma parte do pensamento antropológico que, no passado, institui a disciplina enquando arma científica de combate ao racismo biodeterminista: as teorias do determinismo cultural e as doutrinas do relativismo cultural. E com o intuito de levantar (e não de resolver) a questão das apropriações políticas do discurso antropológico e da responsabilidade social e política do Antropólogo que se esboça aqui a articulação entre algumas aquisições da Antropologia e as metamorfoses ideológicas do neo-racismo europeu. | ||
| 461 |
_vN.56 _dFev. 2000 _pp.35-60 _tRevista Crítica de Ciências Sociais _cCoimbra |
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| 606 |
_aRACISMO _91332 |
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| 606 |
_aDISCURSO _92981 |
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| 606 |
_aPENSAMENTO SOCIOLÓGICO _9108842 |
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| 606 |
_aANTROPOLOGIA _9227040 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aMARQUES _bJoão Filipe _914470 |
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| 852 | _jPP82 | ||