000 01780nam a2200253 4500
001 13476
090 _a13476
100 _a20010326c1994 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aAs identidades sociais como políticas e como estratégias
_eo caso dos Açores
_fJosé Manuel de Oliveira Mendes
330 _aPartindo da distinção entre identidades primárias e identidades secundárias ou imaginadas, procura delinear-se algumas hipóteses sobre o processo de (re)produção das identidades sociais, tendo como contexto o caso dos Açores. A análise foca dois planos distintos: a construção institucional e oficial (por parte do Governo Regional) do conceito de "açorianidade" (identidade imaginada); o processo de construção da identidade pelos agricultores, que, a partir da integração europeia, conduziu a clivagens acentuadas entre gerações. Conclui-se que, no plano teórico, conceitos como cultura e identidade nacional e/ou regional não demonstram grande riqueza heurística. A análise das "idioculturas", no sentido de Gary Alan Fine, parece apresentar maiores virtualidades, ou seja, as formas culturais devem ser conceptualizadas como tendo origem no contexto dos pequenos grupos e/ou nas redes sociais existentes.
461 _vN.40
_dOut. 1994
_pp.153-172
_tRevista Crítica de Ciências Sociais
_cCoimbra
606 _aIDENTIDADE SOCIAL
_9103125
606 _aCULTURA
_9792
606 _aIDENTIDADE
_95211
606 _aIDENTIDADE CULTURAL
_9270889
606 _aREDES SOCIAIS
_98972
606 _aPORTUGAL
_9279
700 _aMENDES
_bJosé Manuel de Oliveira
_913917
852 _jPP82