| 000 | 01881nam a2200169 4500 | ||
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| 001 | 13443 | ||
| 090 | _a13443 | ||
| 100 | _a20010326u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_a'O prazer aquém do corpo' _econfluência para uma abordagem preventiva _fRaúl António Soares de Melo |
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| 330 | _aResumo: Não é possível, estar-se a bem, simultaneamente, com 'Deus e o Diabo', ver o todo e estudar a parte, ser-se o poeta e o cientista. É talvez este o verdadeiro contexto em que se enquadra a toxicodependência: a dificuldade de conjugar tendências opostas, encontrar compromissos entre extremos, garantir o funcionamento homeostático do sistema. Pensar o corpo na toxicodependência é perspectivar o espaço relacional - interno e externo -, a gestão da distância para o objecto amado, o confronto com a imagem reflectida no espelho relacional. É compreender o contexto biológico do comportamento e o seu jogo de condicionamentos com o meio. É ainda, entender o seu significado no plano social, à luz dos paradoxos da sociedade moderna. A prevenção deverá ser concebida como integradora, contínua no tempo, elegendo a linguagem e os interlocutores adequados, de modo a dar respostas alternativas às necessidades expressas na toxicodependência, independentemente da vertente pela qual se analise o fenómeno. Assume-se o corpo como a encruzilhada de todas as abordagens, utilizando como metodologia a acção-reflexão. Assim se pretende passar do corpo-máquina ao corpo pensante e actuante. Assim se pretende passar do prazer aquém do corpo, para o prazer de um corpo uno, integrado e, sobretudo, VIVO. | ||
| 461 |
_vA.2,n.2 _dJun. 1996 _pp.27-33 _tToxicodependências _cLisboa |
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| 606 |
_aTOXICODEPENDÊNCIA _94612 |
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| 700 |
_aDE MELO _bRaúl António Soares _9108123 |
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| 852 | _jP.215 | ||