| 000 | 01585nam a2200181 4500 | ||
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| 001 | 13031 | ||
| 090 | _a13031 | ||
| 100 | _a20010326u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 | _aContribuição para uma análise histórica da droga. | ||
| 330 | _aAo longo do artigo, o autor traça a genealogia do consumo de drogas, desde a antiguidade até ao tempo presente, procurando demonstrar que existiu sempre uma relação de proximidade (quando não de dependência) entre a Humanidade e as substâncias estupefacientes e psicotrópicas. Todavia, em cada tempo histórico-cultural têm sido diversos os contextos em que se inscrevem esses usos e as representações sociais que dos mesmos são feitas. Assim, o consumo de droga tem assumido na História as faces religiosa, de ritualidade social, lúdica e terapêutica, tornando-se, a partir dos finais do século XIX, objecto e causa de criminalidade. Os consumos não divergiram tanto quanto se poderia supor: a grande mutação reside na forma como as comunidades (nacionais e internacional) têm representando os utilizadores de droga. Daí a íntima conexão entre a droga e a delinquência (a lei produziu o delinquente-consumidor) e os espaços de estigmatização de que o Casal Ventoso constitui um exemplo actual. | ||
| 461 |
_vN.5 n. 1 _d1999 _pP. 3-12 _tToxicodependências _cLisboa |
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| 606 |
_aDROGA CONSUMO DE DROGA _9107765 |
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| 700 |
_aPOIARES _bCarlos Alberto Martins Da Silva _9421549 |
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| 852 | _jP. 215 | ||