000 02965nam a2200289 4500
001 12225
090 _a12225
100 _a20210310d2013 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aStresse, burnout e estratégias de coping nos guardas prisionais da região autónoma dos Açores
_fPaulo Fernando Medeiros Arruda
_gori.tese Ermelindo Peixoto
210 _aPonta Delgada
_c[s.n.]
_d2013
215 _a132 p.
_d30 cm em PDF
225 _aEstudos
300 _aDissertação apresentada à Universidade dos Açores para a obtenção do Mestrado em Psicologia da Educalção Ramo de especialidade em Contextos Educativos
330 _aA síndrome de burnout que advém do stresse profissional na fase considerada crónica, sobressai cada vez mais no mundo de trabalho, ganhando destaque em diversas profissões, sendo uma destas a guarda prisional, que é mencionada como uma das ocupações laborais com maior propensão ao burnout.Perante esta realidade, torna-se relevante perceber os níveis de vulnerabilidade ao stresse, stresse profissional e burnout existentes nos guardas prisionais ao serviço na Região Autónoma dos Açores, ampliando, nesse particular, o conhecimento existente sobre esta classe de profissionais em Portugal. Importa também, entender as estratégias de coping utilizadas por estes profissionais e perceber as dificuldades decorrentes da descontinuidade geográfica em relação ao restante território português. Participaram neste estudo 76 guardas prisionais que trabalham nos estabelecimentos prisionais da RAA e pertencem ao quadro da Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.Como medidas de avaliação foram utilizadas, um questionário sociodemográfico, uma classificação contendo itens que incidem sobre as fontes de stresse no trabalho, a escala de Stresse Profissional para Guardas Prisionais (ESPGP), a escala da Vulnerabilidade ao Stresse (QVS), o inventário de Burnout (MBI) e o questionário de Estratégias de Coping (QEC).Em termos gerais, os resultados indicam a incidência de stresse e burnout entre os guardas prisionais da RAA. Relativamente às estratégias de coping os guardas prisionais são congruentes na utilização de diversos tipos de coping, contudo nas variáveis sociodemográficas idade e anos de serviço existiram diferenças significativas neste particular. Por último os resultados sugerem vulnerabilidade ao stresse e ocorrência de stresse profissional entre os guardas prisionais, pelo facto de exercerem funções em ilhas (descontinuidade geográfica).
606 _aPSICOLOGIA
_9705
606 _aSTRESS
_96484
606 _aCOPING
_9104959
606 _aGUARDA PRISIONAL
_97169
606 _aDOENÇA PROFISSIONAL
_91186
606 _aTESE DE MESTRADO
_95079
606 _aPORTUGAL
_9279
700 _aARRUDA
_bPaulo Fernando Medeiros
_4070
_913072
701 _aPEIXOTO
_bErmelindo
_4727
_913073
852 _jEST1119