| 000 | 03841nam a2200337 4500 | ||
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| 001 | 12207 | ||
| 090 | _a12207 | ||
| 100 | _a20210120d2016 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aAbandono aprendido, depressão e estratégias de coping numa amostra de reclusos _fCristina Maria de Jesus Batista Brito _gori. tese Ema Patrícia de Lima Oliveira |
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| 210 |
_aCovilhã _c[s.n.] _d2016 |
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| 215 |
_aXI, 97 p. _d30 cm em PDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 300 | _aDissertação apresentada à Universidade da Beira Interior, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Departamento de Psicologia e Educação, para a obtenção do grau de mestre em Psicologia, na área de Psicologia Clínica e da Saúde | ||
| 330 | _aProporcionar aos reclusos uma reinserção social consistente, através de opções facultativas de carácter reeducativo, constitui uma preocupação actual no contexto prisional português. Na linha deste paradigma mais recente, o desenvolvimento de estudos sobre o abandono aprendido no meio prisional poderá tornar-se profícua para a compreensão de alguns comportamentos dos reclusos, nomeadamente ao nível motivacional, cognitivo e emocional (Naidoo & Pretorius, 2006). Quando o indivíduo se envolve em situações de que julga incontroláveis, poderá aprender que os eventos não dependem das suas respostas, caindo no desânimo e deixando de empenhar esforços para vencer a adversidade (Seligman, 1975). O presente estudo tem como objectivo principal analisar em que medida a Síndrome do Abandono Aprendido afecta a população prisional na zona Centro do país (distrito de Castelo Branco), pretendendo também analisar a relação entre abandono aprendido, depressão e estratégias de coping nesta população. Para o efeito foram utilizados a Escala de Abandono Aprendido (LHS-Learned Helplessness Scale), validada para a população portuguesa por Lima Santos, Ribeiro e Faria (2002), o Inventário Depressivo de Beck (BDI-Beck Depression Inventory), validado para a população portuguesa por Vaz Serra e Pio Abreu (1973a, 1973b), o Brief COPE, validado para a população portuguesa Pais Ribeiro e Rodrigues (2004), e um questionário construído pelos autores de caracterização sócio-demográfica e de história criminal. A amostra foi constituída por 59 sujeitos do sexo masculino entre os 21 e os 80 anos de idade (M=41,6; dp=13,05), do Estabelecimento Prisional Central de Castelo Branco e do Estabelecimento Prisional Regional da Covilhã. Da análise efectuada verificou-se que o contexto prisional é um local bastante propício para o desenvolvimento do abandono aprendido, depressão e estratégias de coping desadaptativas. O abandono aprendido tem maior incidência nos reclusos mais velhos e com um nível de escolaridade mais baixo. Verificaram-se ainda fortes correlações entre o Abandono Aprendido, a Depressão e algumas Estratégias de Coping. A prevenção de comportamentos de risco nesta população, associada à adopção de estratégias de coping adaptativas, permitirá contribuir para políticas de integração e intervenção mais eficazes, de forma a promover competências para uma melhor reinserção na sociedade, evitando assim a reincidência. | ||
| 606 |
_aPSICOLOGIA _9705 |
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| 606 |
_aDESAJUSTAMENTO SOCIAL _9100289 |
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| 606 |
_aDEPRESSÃO _9102457 |
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| 606 |
_aPROCESSOS COGNITIVOS _96276 |
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| 606 |
_aSTRESS _96484 |
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| 606 |
_aREINSERÇÃO SOCIAL _9693 |
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| 606 |
_aANÁLISE DE DADOS _95827 |
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| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aBRITO _bCristina Maria de Jesus Batista _913050 |
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| 701 |
_aOLIVEIRA _bEma Patrícia de Lima _4727 _913051 |
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| 852 | _jEST1112 | ||