| 000 | 02944nam a2200337 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 12183 | ||
| 090 | _a12183 | ||
| 100 | _a20210105d2015 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aReclusão feminina _ematernidade e nacionalidade _fAna Carolina Rachinhas da Silva Guimarães _gori. tese Raquel Maria Navais de Carvalho Matos |
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| 210 |
_aPorto _c[s.n.] _d2015 |
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| 215 |
_aX, 46, XXXVIII p. _dem PDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 300 | _aDissertação apresentada à Universidade Católica Portuguesa - Faculdade de Educação e Psicologia para a obtenção do grau de Mestre em Psicologia - Especialização em Psicologia da Justiça e do Comportamento Desviante | ||
| 330 | _aAs mulheres estiveram durante muito tempo ausentes no estudo da criminalidade, a nível nacional e internacional (Matos, 2008). É também à figura feminina que se atribui maior responsabilidade no incremento de cidadãos estrangeiros no sistema jurídico e prisional (Moreira, 2006). Perante a reclusão feminina, o exercício da parentalidade por mulheres reclusas continua invisível (Granja, Cunha & Machado, 2013), existindo poucos estudos que se debrucem sobre o efeito da reclusão nas mães (Shamai & Kochal, 2008). O presente estudo tem como objectivo perceber como é que as mulheres vivenciam a maternidade em contexto de reclusão, qual o impacto da maternidade na adaptação a esse contexto e o impacto da reclusão na maternidade e se é sentido ou não de igual forma por reclusas nacionais e estrangeiras. Para tal, foram entrevistadas quatro reclusas mães, duas portuguesas e duas estrangeiras, com filhos dentro e fora do Estabelecimento Prisional, com recurso a um guião de entrevista semi estruturado. A partir da análise qualitativa dos discursos das quatro entrevistadas foi possível concluir que os filhos são a figura central. Para as reclusas estrangeiras contribuem para atenuar o choque à reclusão e, consequentemente facilitar a sua adaptação a este contexto, pois constituem na maioria das vezes o único apoio. Para as reclusas portuguesas e, dado que estas têm importantes figuras de suporte, como família e amigos, esta centralização resulta da necessidade de manutenção do vínculo materno e de sentimentos de culpabilidade. Estudo realizado em colaboração com o Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo Feminino. | ||
| 606 |
_aPSICOLOGIA _9705 |
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| 606 |
_aRECLUSÃO _9104369 |
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| 606 |
_aPRISÃO FEMININA _98104 |
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| 606 |
_aMATERNIDADE _91576 |
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| 606 |
_aMEIO PRISIONAL _9102630 |
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| 606 |
_aIMIGRAÇÃO _93839 |
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| 606 |
_aPARENTALIDADE _97792 |
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| 606 |
_aMÃE _9105263 |
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| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aGUIMARÃES _bAna Carolina Rachinhas da Silva _913023 |
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| 701 |
_aMATOS _bRaquel Maria Navais de Carvalho _4727 _99970 |
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| 852 | _jEST1093 | ||