| 000 | 02954nam a2200289 4500 | ||
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| 001 | 12177 | ||
| 090 | _a12177 | ||
| 100 | _a20201217d2018 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aPerceções dos reclusos sobre a vida na prisão e o processo de ressocialização _d=Inmates’ perceptions of life in prison and reintegration process _fGloria Svietlana Jólluskin García, Sílvia Antunes Pereira |
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| 210 |
_a[S.l. _cs.n.] _d2018 |
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| 215 |
_ap. 8-29 _dem PDF |
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| 225 |
_aPSIQUE _vvol XIV (2) |
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| 330 | _aOs estudos sobre a reincidência criminal não costumam centrar-se na reflexão sobre os motivos percecionados pelos reclusos, em relação ao sucesso ou insucesso da reinserção. Com o presente trabalho, de natureza qualitativa, pretende-se descrever e compreender as perceções dos reclusos face ao tratamento prisional, assim como os comportamentos que estes esperam manter em liberdade e a sua capacidade para antecipar os diferentes obstáculos que poderão ter de enfrentar. De forma a alcançar estes objetivos, foram realizadas entrevistas a 15 reclusos do sexo masculino, com idades entre os 25 e os 64 anos, que se encontravam a cumprir uma pena privativa de liberdade num Estabelecimento Prisional do norte do país, realizando posteriormente uma análise de conteúdo das mesmas. Os resultados mostraram que a maioria dos participantes apresentou uma visão positiva em relação ao sucesso da sua ressocialização, ainda que no discurso dos participantes não se tenha constatado a capacidade de construir um plano para o futuro. A maior parte dos reclusos percecionou as atividades propostas durante o trata-mento prisional como uma oportunidade de melhoramento pessoal, sobretudo a nível escolar e profissional. Contudo, em relação ao impacto pessoal da experiência na prisão, as verbalizações dos reclusos podem ser interpretadas como negativas. Os reclusos manifestaram ainda que costumam aproveitar o tempo em liberdade com a família e amigos, percecionando a liberdade condicional (LC) como uma oportunidade de integração na sociedade, e considerando o suporte familiar como sendo essencial, durante e depois do cumprimento da pena. Finalizamos o trabalho com uma reflexão sobre as formas de favorecer a melhor adequação das atividades prisionais às características da população prisional, assim como sobre a implementação e o desenvolvimento de programas de acompanhamento aos reclusos, após a sua libertação. | ||
| 606 |
_aDIREITO PENITENCIÁRIO _9549 |
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| 606 |
_aPRISÃO _95106 |
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| 606 |
_aTRATAMENTO PRISIONAL _95426 |
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| 606 |
_aREINCIDÊNCIA _9741 |
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| 606 |
_aREINSERÇÃO SOCIAL _9693 |
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| 606 |
_aREINTEGRAÇÃO _97322 |
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| 606 |
_aINTEGRAÇÃO SOCIAL _95916 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aGARCÍA _bGloria Svietlana Jólluskin _913015 |
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| 701 |
_aPEREIRA _bSílvia Antunes _913016 |
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| 852 | _j343.8GAR | ||