| 000 | 03530nam a2200313 4500 | ||
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| 001 | 11986 | ||
| 090 | _a11986 | ||
| 100 | _a20200616d2019 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aArquitectura Prisional Portuguesa _eforma, experiência e representação do espaço _eo estabelecimento prisional de Monsanto _fMariana Correia Carrolo _gori. tese Manuel Morais Villaverde Cabral, Raquel Henriques da Silva |
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| 210 |
_a[S.l. _cs.n.] _d2019 |
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| 215 |
_a392 p. _cil. _d30 cm _eem pdf e CD Rom |
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| 300 | _aTese de Doutoramento em História da Arte Contemporânea apresentada á Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa | ||
| 330 | _aO Estabelecimento Prisional de Monsanto (EPM) é uma prisão masculina, de máxima segurança, em Lisboa. O edifício onde se situa a prisão foi construído em 1879, de acordo com um projecto de cariz militar para o então designado Forte Marquês Sá da Bandeira, cujo objectivo era a defesa da cidade. As características formais do edifício e o regime disciplinar presentes no EPM suscitaram a sua associação à proposta panóptica de Jeremy Bentham (1748-1832). De acordo com o contexto histórico subjacente ao edifício e a singularidade do espaço prisional, esta tese propôs-se compreender o EPM como espaço de reclusão máxima e também como lugar de experiências prisionais específicas, enquanto objecto holístico. Na tese, recorremos à combinação de duas estratégias de estudo: - a primeira consistiu numa abordagem à escala do edifício, uma leitura do objecto orientada do exterior para o interior, recorrendo a fontes históricas, projectuais e documentais que visam compreender o edifício e as características dessa prisão no seu contexto histórico, social e arquitectónico próprio. - a segunda visou a escala do corpo para abordar a dimensão humana dos seus “ocupantes” [os reclusos] e considerar a participação do seu corpo e da sua experiência pessoal, no Estabelecimento Prisional de Monsanto, através de registos orais e desenhados – os exercícios de representação do espaço prisional sobre o percepcionado e o vivido –, elaborados no conjunto dos cursos de Artes Criativas entre 2007 e 2011. A partir da vocação artística e relacional dos desenhos sobre o espaço prisional, conceptualizaram-se as ressonâncias desse espaço e dessa experiência, latentes nos produtos fragmento, projectando os códigos artísticos dessas representações. Do cruzamento e da relação de simultaneidade entre os fragmentos significativos e as outras formas de arte contemporânea procuraram-se os vestígios, atentos à impressão do gesto e do movimento quotidiano dos corpos, encetados pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Monsanto. Como resultado, a colectânea de desenhos está por via da participação, tanto pela sua recepção, quanto pelo agenciamento com outras imagens artísticas, organizada segundo uma escrita visual – como uma constelação. | ||
| 606 |
_aARQUITETURA _94144 |
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| 606 |
_aARQUITECTURA PRISIONAL _95844 |
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| 606 |
_aPANÓPTICO _9106668 |
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| 606 |
_aDESENHO _92653 |
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| 606 |
_aRECLUSO _9550 |
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| 606 |
_aPRISÃO _95106 |
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| 606 |
_aHISTÓRIA _91305 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aCarrolo _bMariana Correia _4070 _912873 |
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| 701 |
_aCabral _bManuel Morais Villaverde _4727 _9106736 |
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| 701 |
_aSilva _bRaquel Henriques da _4727 _912874 |
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| 852 | _jEST1080 | ||