| 000 | 03008nam a2200349 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 11955 | ||
| 090 | _a11955 | ||
| 100 | _a20200505d2019 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aAdversidade na infância, stress pós-traumático, desregulação emocional,empatia e desenvolvimento moral _ecomparação numa amostra feminina em meio livre e em meio prisional _fCatarina Araújo Crispim Grosso _gori. tese Luísa Mascoli, Telma Almeida |
||
| 210 |
_a[S.l. _cs.n. _d2019] |
||
| 215 |
_aX, 115 f. _cil. _d30 cm em PDF |
||
| 225 | _aEstudos | ||
| 300 | _aDissertação de Mestrado apresentada no ISPA – Instituto Universitário para obtenção de grau de Mestre na especialidade de Psicologia Clínica. | ||
| 330 | _aO número de reclusas nos sistemas prisionais em Portugal tem vindo a aumentar desde 2010. Perceber quais os fatores que levam as pessoas a cometer um crime, poderá servir para desenvolver programas de intervenção e por sua vez baixar os números da reincidência. Esta investigação pretende perceber se existem diferenças entre uma amostra de reclusas e uma amostra em meio livre feminina, em alguns fatores designadamente, Adversidades na Infância, no Stress Pós-Traumático, na Desregulação Emocional, na Empatia e no Desenvolvimento Moral, por serem alguns dos quais a literatura indica como preditores do crime, e o objeto de estudo desta investigação. O estudo é do tipo transversal, realizado no ano 2019 a uma amostra de reclusas de 70 mulheres, com trânsito em julgado recluídas no Estabelecimento Prisional de Tires, comparativamente com uma amostra em meio livre de 156 mulheres. Ambas amostras apresentam como critério de inclusão, nacionalidade Portuguesa, mais de 18 anos de idade e pelo menos o 4º ano de escolaridade. Os resultados revelam que a amostra em meio prisional apresenta maior número de adversidades na infância e de diagnósticos de Stress Pós-Traumático, menor nível de empatia e menor nível de desenvolvimento moral, quando comparadas com a amostra em meio livre. Não foram encontradas diferenças significativas para a desregulação emocional. Os resultados da investigação mostram-se pertinentes para o estudo da criminalidade, confirmam dados de estudos empíricos recentes, e contribuem para o desenvolvimento de programas de prevenção e de intervenção que visem diminuir a taxa de criminalidade em Portugal. | ||
| 606 |
_aPSICOLOGIA _9705 |
||
| 606 |
_aPSICOLOGIA CLÍNICA _96687 |
||
| 606 |
_aCRIMINALIDADE _9469 |
||
| 606 |
_aREINCIDÊNCIA _9741 |
||
| 606 |
_aEMPATIA _9105076 |
||
| 606 |
_aDESENVOLVIMENTO MORAL _9102469 |
||
| 606 |
_aRECLUSO _9550 |
||
| 606 |
_aESTABELECIMENTO PRISIONAL _9551 |
||
| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO _95762 |
||
| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
||
| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
||
| 700 |
_aGrosso _bCatarina Araújo Crispim _4070 _912861 |
||
| 701 |
_aMascoli _bLuísa _4727 _9329190 |
||
| 701 |
_aAlmeida _bTelma _4727 _912862 |
||
| 852 | _jEST1079 | ||