000 04116 2200337 4500
001 11865
090 _a11865
100 _a20191114d2011 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aDelinquência juvenil
_eestudo de algumas variáveis psicológicas e relacionais com ênfase nos traços psicopáticos
_fPedro Fernandes dos Santos Pechorro
_gori. tese Rui Xavier Vieira, Carlos Poiares
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2011
215 _aXXIX, 275, [58] f.
_d30 cm em PDF
225 _aEstudos
328 _aDoutoramento em Ciências e Tecnologias da Saúde Especialidade em Medicina Legal e Ciências Forenses apresentado à Universidade de Lisboa, Faculdade de Medicina de Lisboa
330 _aNa presente investigação pretendeu-se analisar a influência de algumas variáveis psicológicas e relacionais na delinquência juvenil, com especial ênfase nos traços psicopáticos, mas focando também outras variáveis como problemas de comportamento, delinquência auto-relatada, auto-estima e desejabilidade social. Foi também analisada a influência de variáveis sócio-demográficas e de tipo criminal. Para avaliação dos constructos em estudo efectuou-se a validação de diversos instrumentos psicométricos, nomeadamente do Dispositivo de Despiste de Processo Anti-social versão de auto-resposta (APSD-SR; Muñoz & Frick, 2007), do Questionário de Capacidades e de Dificuldades versão de auto-resposta (SDQ-SR; Goodman et al., 1998), da Escala de Delinquência Auto-relatada Adaptada (ASDS; Carroll et al., 1996), da Escala de Auto-estima de Rosenberg (RSES; Rosenberg, 1989) e da Escala de Desejabilidade Social de MarloweCrowne (Ballard, 1992) versão curta, além de se ter construído um questionário sóciodemográfico e um questionário de tipo criminal. Recorreu-se a uma amostra total de 760 participantes, subdividida numa amostra forense de 250 participantes dos sexos masculino (n = 221) e feminino (n = 29) provenientes dos Centros Educativos do Ministério da Justiça e numa amostra escolar de 510 participantes do sexo masculino (n = 322) e do sexo feminino (n = 188) provenientes de escolas da região da Grande Lisboa. Os resultados das validações dos instrumentos psicométricos de uma forma geral foram considerados de satisfatórios a bons, com excepção do SDQ-SR devido a problemas detectados na estrutura factorial e na consistência interna. Os resultados relativos aos testes das hipóteses indicaram que os jovens da amostra forense possuem características psicológicas e relacionais (e.g., traços psicopáticos, problemas de comportamento, comportamentos delinquentes, auto-estima) que permitem diferenciá-los da amostra escolar; os jovens do sexo masculino da amostra forense apresentam valores gerais mais altos de traços VIII psicopáticos e de traços calosos/não-emocionais que as jovens do sexo feminino. Os jovens com traços psicopáticos altos apresentam valores nas variáveis analisadas (e.g., problemas de comportamento, comportamentos delinquentes, precocidade de envolvimento em actividades criminais, precocidade de envolvimento com o sistema judicial) que permitem diferenciá-los dos jovens com traços psicopáticos baixos. Existe capacidade de previsão de pertença a amostras e a grupos diferentes com base nas variáveis analisadas (e.g., traços psicopáticos, problemas de comportamento), e o narcisismo tem uma associação mais forte com a delinquência auto-relatada que a auto-estima
606 _aPSICOLOGIA
_9705
606 _aPSICOPATIA
_95166
606 _aDELINQUÊNCIA JUVENIL
_9689
606 _aCOMPORTAMENTO DELINQUENTE
_95105
606 _aCOMPORTAMENTO ANTI-SOCIAL
_96224
606 _aTESE DE DOUTORAMENTO
_95155
606 _aPORTUGAL
_9279
675 _9158224
_a159.9
700 _aPechorro
_bPedro Fernandes dos Santos
_4070
_912751
702 _4727
_912961
_aVIEIRA
_bRui Xavier
702 _4727
_9421549
_aPOIARES
_bCarlos Alberto Martins Da Silva
852 _jEST1059