000 03233 2200349 4500
001 11709
090 _a11709
100 _a20190509d2018 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aPercurso dos reclusos em contexto prisional
_eprocessos identitários e reinserção social
_eum estudo de caso
_fRosa Marlene Cabral Ermida
_gori. tese Nuno Caetano Lopes de Barros Poiares
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2018
215 _a206 f.
_d30 cm em PDF
225 _aEstudos
328 _aDissertação para obtenção de grau de Mestre em Ciências Policiais Especialização em Criminologia e Investigação Criminal
330 _aA presente investigação pretende compreender o percurso dos reclusos dentro do estabelecimento prisional, tendo em conta os meios disponíveis, como as actividades ligadas à formação escolar, trabalho e vertente cultural. Com a evolução na história dos estabelecimentos prisionais, reconheceu-se os Direitos Humanos dos reclusos e, desta forma, verifica-se um impulso no processo de reinserção social dos mesmos. Como será retratado mais adiante, um dos direitos concedidos aos reclusos está ligado às ações estruturadas dentro da própria instituição prisional como a educação, a formação profissional e outras actividades desportivas e culturais. Estes instrumentos são concedidos pela Direcção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais e portanto, fazem parte de um plano dedicado à reinserção do recluso após o cumprimento da pena de prisão. A finalidade deste plano consiste no acompanhamento e preparação do preso, não só dentro da prisão como também na fase posterior à sua libertação. Para o ano de 2017, segundo o Relatório sobre o Sistema Prisional e Tutelar, o Governo decretou uma “Estratégia plurianual de requalificação e modernização do sistema prisional” -artigo 189.º do OE, passando pelo encerramento de alguns EP’s e a reclassificação de outros, esta última nomeadamente aos Centro Educativos. Contudo e, construído pelo senso comum dos cidadãos, a sociedade espera segurança por parte das prisões, pois albergam os designados criminosos num espaço confinado e distanciado do resto da sociedade. Este aspeto confere sem dúvida um sentimento de ordem pública tão esperado pelos cidadãos. Devido a este distanciamento que existe entre a prisão e a sociedade, o processo de (re) construção o eu do próprio preso torna-se difícil, uma vez que implica a transformação da sua identidade e imagem, colocando de parte o papel por ele exercido anteriormente, assumindo o papel de preso.
606 _aCRIMINOLOGIA
_9704
606 _aESTABELECIMENTO PRISIONAL
_9551
606 _aREINSERÇÃO SOCIAL
_9693
606 _aRECLUSO
_9550
606 _aRESSOCIALIZAÇÃO
_95338
606 _aTRABALHO PRISIONAL
_97821
606 _aFORMAÇÃO PROFISSIONAL
_9815
606 _aTESE DE MESTRADO
_95079
606 _aPORTUGAL
_9279
675 _9158254
_a343.9
700 _aERMIDA
_bRosa Marlene Cabral
_4070
_9106599
702 _4727
_aPOIARES
_bNuno Caetano Lopes de Barros
_9278767
852 _jEST1028