000 02177nam a2200277 4500
001 11626
090 _a11626
100 _a20190423d2014 y0pory50 ba
200 _a"O tempo abre as portas a quem sabe esperar"
_eusos do passado e embates do presente no percurso da exposição realizada na penitencária de Florianópolis (SC)
_d="Time opens the doors to those who wait"
_euses of the past and conflicts in the present during the exhibition held at the penitentiary of Florinópolis(SC)
_fViviane Trindade Borges
210 _a[S.l.
_cs.n.]
_d2014
215 _a236-250 p.
_d30 cm PDF
225 _aRevista Esboços
_vol. 21, número 31
330 _aA Penitenciária de Florianópolis foi inaugurada em 1930, em uma área considerada longe do centro urbano, logo absorvida por um bairro residencial. A partir de 1980, as fugas e as rebeliões passaram a amedrontar os moradores, fazendo da transferência do Complexo uma demanda constante. Em contrapartida, tal discussão evidencia a emergência da memória como uma das preocupações políticas e culturais da contemporaneidade, pois uma parcela da população confere importância histórica ao lugar, discurso este corroborado por alguns detentos, convidados a pensar sobre a proposta de tornar a velha Penitenciaria um museu. Tal discussão deu origem ao Espaço Memória da Penitenciária (2011). A presente comunicação trata dos desafios enfrentados ao tornar este espaço campo de estágio da disciplina Patrimônio Cultural, do curso de história da UDESC, propondo a salvaguarda de parte do acervo e a organização de uma pequena exposição, intitulada O tempo abre as portas a quem sabe esperar (2012), a qual abrange um período de vai de 1930 até 1970.
606 _aARQUITETURA
_94144
606 _aARQUITECTURA PRISIONAL
_95844
606 _aARQUITECTURA DE SERVIÇOS PÚBLICOS
_9103363
606 _aPRISÃO
_95106
606 _aHISTÓRIA
_91305
606 _aEXPOSIÇÃO
_9101805
606 _aMUSEU
_93647
606 _aESTABELECIMENTO PRISIONAL
_9551
606 _aBRASIL
_9331399
700 _aBorges
_bViviane Trindade
_4070
_912515
852 _j7BOR