000 01752nam a2200301 4500
001 11624
090 _a11624
100 _a20190422d2018 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aMemória pública e patrimônio prisional
_equestões do tempo presente
_fViviane Trindade Borges
210 _a[S.l.
_cs.n.]
_d2018
215 _a310-332 p.
_d30 cm em PDF
225 _aRevista Tempo e Argumento
_vvol. 10 ‐ Número 23
300 _aUniversidade do Estado de Santa Catarina – UDESC Programa de Pós·Graduação em História · PPGH
330 _aO presente artigo tem como objetivo problematizar processos de patrimonialização ligados à memória pública e ao patrimônio prisional. A elaboração do texto buscou discutir a tensão dentro das escolhas a respeito da preservação e da configuração das prisões como patrimônio cultural, analisando casos que perpassam o século XX e XXI em diferentes espaços, como França, Portugal, Estados Unidos, procurando situar o caso brasileiro dentro dessa tessitura. Abordando o dilema entre o que é escolhido para ser lembrado e a produção do esquecimento, pretende‐se refletir sobre a memória pública prisional, dialogando com questões ligadas ao estudo da história do tempo presente e da história pública.
606 _aARQUITETURA
_94144
606 _aARQUITECTURA PRISIONAL
_95844
606 _aARQUITECTURA DE SERVIÇOS PÚBLICOS
_9103363
606 _aPRISÃO
_95106
606 _aHISTÓRIA
_91305
606 _aMUSEU
_93647
606 _aESTABELECIMENTO PRISIONAL
_9551
606 _aBRASIL
_9331399
700 _aBorges
_bViviane Trindade
_4070
_912515
852 _j7BOR