| 000 | 03061nam a2200325 4500 | ||
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| 001 | 11261 | ||
| 090 | _a11261 | ||
| 100 | _a20190219d2011 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO Sentido das prisões _efunções e impactos da reclusão _fLuís Miguel Calheiros Cruz Sampaio _gori. tese Helena Machado |
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| 210 |
_a[S.l. _cs.n.] _d2011 |
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| 215 |
_aV, 142 p. _d30 cm em PDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 300 | _aDissertação de Mestrado em Sociologia das Organizaçõese do Trabalho apresentado á Universidade do Minho, Instituto de Ciências Sociais | ||
| 330 | _aAo pôr em confronto a dialéctica - prisão como factor punitivo ou,cumulativamente, contribuinte para a reinserção social do indivíduo - esta investigação vem criar tensões que auxiliará a recolocarão da sua função na ordem. A investigação decorre em duas fases: uma que problematiza a dualidade ideológica em confronto e, outra, que, através da análise e interpretação de entrevistas a reclusos e outros actores próximos da reclusão, permitirá analisar os impactos da reclusão e, assim, trocar outros olhares sobre essa dialéctica. O objectivo foi construir e desconstruir discursos institucionalizados e/ou teóricos sobre o sentido da prisão através do seu confronto com representações de actores que encarnam ou vivem a situação de reclusão. Uma vez que o objectivo de internamento visa qualquer uma das funções em debate, importa perceber as respostas que a prisão nos transmite, através dos discursos dos sujeitos e analisar se, de facto, ela responde aos objectivos para o qual ela foi criada. Todavia, interrogamo-nos, é possível reabilitar – punindo? Ou será que a prisão, no sentido foucaulteano, transforma o indivíduo num corpo dócil ou, ainda, se a prisão, como dizia um recluso que entrevistamos, “serve mais para destruir…destruir…destruir”? (Bernardo, 65 anos). Sintetizando: Qual o sentido das prisões? Pela análise dos discursos dos entrevistados perguntamo-nos: o objectivo que o poder anuncia acerca da prisão e que declara a reconstrução identitária do indivíduo aquando da sua passagem pela prisão não transforma o próprio discurso do recluso sobre os efeitos da sua estadia por lá? Neste momento o que se sabe é que reclusos declaram um sentido de reabilitação. Assim, embora afirmem a falta de sentido da prisão mostram corpos docilizados para a vida em liberdade. A sociedade há-de os aceitar. Vão dizendo, contudo, existir uma rejeição silenciosa. | ||
| 606 |
_aSOCIOLOGIA _9558 |
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| 606 |
_aPRISÃO _95106 |
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| 606 |
_aREINSERÇÃO SOCIAL _9693 |
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| 606 |
_aPUN IÇÃO _9106360 |
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| 606 |
_aORGANIZAÇÃO PRISIONAL _9102733 |
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| 606 |
_aCRIME SEXUAL _9511 |
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| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 606 |
_aCRIME _94988 |
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| 700 |
_aSampaio _bLuís Miguel Calheiros Cruz _4070 _912220 |
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| 701 |
_aMACHADO _bHelena _4727 _9326154 |
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| 852 | _jEST991 | ||