000 03445 2200337 4500
001 11253
090 _a11253
100 _a20190211d2018 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aMétodos e técnicas da antropologia criminal em Portugal
_eda criação do posto antropométrico do porto aos institutos de criminologia (1880-1940)
_fMónica Sofia Ferreira Sousa
_gori.tese Rita Jorge Holbeche Tinoco de Faria
210 _aPorto
_c[s.n.]
_d2018
215 _a162 p.
_cil.
_d30 cm em PDF
225 _aEstudos
300 _aMestrado em Criminologia apresentado á Universidade do Porto, Faculdade de Direito
330 _aOs procedimentos da Antropologia Criminal contribuíram para a construção do conhecimento sobre o delinquente e assuntos concernentes em torno dos seus actos ilícitos, indagando os motivos físicos, psicológicos, patológicos e morais para esse reconhecimento. A presente dissertação pretende fornecer uma visão geral sobre os procedimentos utilizados pela Antropologia Criminal que permitiram a edificação da Criminologia no nosso país durante a passagem para o século XX. Como tal, a pesquisa recorre da análise de fontes documentais de dados pertencentes a instituições prisionais cuja análise reflecte o objectivo principal, que se centraliza nos métodos e técnicas utilizados por esta ciência, utilizando como base os fundamentos da Antropometria e da Antropologia Física. Todavia, para além das suas aplicações e procedimentos também se evidenciam os sujeitos envolventes no processo, os espaços utilizados para esses efeitos e as discussões técnicas realizadas em Portugal alusivas ao estudo do criminoso, sustentadas nos seus ensaios científicos. Deste modo, após a selecção das fontes documentais essenciais, foi utilizada a análise de conteúdo para compreender as «matérias» dominantes sobre os procederes desta ciência aplicados à análise física do criminoso. Para o efeito, foram realizadas questões de investigação, que guiaram toda a pesquisa, cujos resultados são apresentados neste documento em conformação com as questões colocadas. Em linhas gerais, a Antropologia Criminal em Portugal foi aceite pela comunidade científica, embora com linhas de pensamento mais «humanizadas» para a compreensão dos delinquentes. Os seus métodos e técnicas foram aplicados não apenas para o estudo do criminoso como também foram transpostos para o estado para efeitos de identificação civil, especialmente sob a «égide» antropométrica, e para o estudo dos menores delinquentes. Esta investigação demonstra as diferenças dos estudos realizados em Portugal relativamente ao seu foco e às suas conclusões em comparação com a Escola de Antropologia Criminal Italiana. Finalmente, estão presentes as principais limitações do estudo e possíveis investigações futuras.
606 _aCRIMINOLOGIA
_9704
606 _aANTROPOLOGIA CRIMINAL
_95834
606 _aANTROPOMETRIA
_910651
606 _aDELINQUENTE
_94987
606 _aMENOR DELINQUENTE
_9102336
606 _aDACTILOSCOPIA
_9104133
606 _aTESE DE MESTRADO
_95079
606 _aPORTUGAL
_9279
675 _9158254
_a343.9
700 _aSousa
_bMónica Sofia Ferreira
_4070
_9327307
701 _aFARIA
_bRita Jorge Holbeche Tinoco de
_4727
_912210
852 _jEST983