| 000 | 03043nam a2200313 4500 | ||
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| 001 | 11249 | ||
| 090 | _a11249 | ||
| 100 | _a20190205d2009 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDiscursos de Reclusos _ereincidência, reeducação e perspectivas de integração social _fFilomena Maria de Sousa e Silva _gori.tese Tiago Neves |
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| 210 |
_a[S.l. _cs.n.] _d[2009] |
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| 215 |
_a77 p. _d30 cm em PDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 300 | _aDissertação apresentada na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, para obtenção do grau de Mestre em Ciências da Educação, Especialização em Estudos de Desenvolvimento em Ciências Sociais e Educacionais: Perspectivas Europeias sobre a Inclusão Social | ||
| 330 | _aDurante os setenta e cinco dias (em 1997) em que permaneci detida nas prisões de Custóias e Tires, fiquei com a ideia de que o tempo de reclusão se revela vazio de sentido, enclausurado que está num terreno inóspito, onde não há lugar nem espaço à agência nem sinais de projectos de vida que motivem os reclusos, a não ser o peso do interminável desfiar das horas. Regresso, desta vez no papel de investigadora, para tentar perceber os motivos que levam uma pessoa a reincidir no crime, depois de já ter passado pela experiência de viver naquele espaço “fora da rede” e ter sentido os efeitos da exclusão no retorno à vida em sociedade. Através dos discursos dos profissionais da cadeia e dos próprios reclusos, tento compreender, por um lado, o trabalho penitenciário relativo ao tratamento e reeducação dos prisioneiros e, por outro, conhecer os percursos dos detidos, as suas dificuldades em anteriores regressos à vida em liberdade, o seu dia-a-dia no espaço prisional, a sua relação com outros e, também, as suas expectativas perante a hora da libertação. Depois de fazer uma resenha sobre o tratamento dos reclusos e o controlo social das populações desde as sociedades pré-modernas até aos nossos dias e de me deter brevemente na legislação portuguesa que mais tem contribuído para a orientação dos serviços prisionais quanto à promoção da reinserção social dos reclusos e à prevenção da reincidência criminal, teço algumas considerações sobre as características da população reclusa, o seu tratamento dentro da prisão e a desarticulação entre os serviços prisionais e o trabalho de reinserção social efectivo, ou seja, aquele que visa a integração na sociedade a partir do momento da libertação. | ||
| 606 |
_aDIREITO PENITENCIÁRIO _9549 |
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| 606 |
_aREINCIDÊNCIA _9741 |
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| 606 |
_aREEDUCAÇÃO _94879 |
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| 606 |
_aINTEGRAÇÃO SOCIAL _95916 |
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| 606 |
_aRECLUSO _9550 |
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| 606 |
_aTRATAMENTO PRISIONAL _95426 |
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| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aSilva _bFilomena Maria de Sousa e _4070 _912201 |
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| 701 |
_aNeves _bTiago _4727 _912202 |
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| 852 | _jEST980 | ||