| 000 | 03498nam a2200313 4500 | ||
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| 001 | 11222 | ||
| 090 | _a11222 | ||
| 100 | _a20190118d2018 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO espaço prisional _ereflexão sobre o papel de arquitectura prisional no processo de reabilitação e reintegração social do recluso _fMaria Beatriz Monteiro Simões Fernandes Ferreira _gori.tese Nuno Brandão Costa |
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| 210 |
_aPorto _c[s.n.] _d2018 |
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| 215 |
_a361 p. _cil. _d30 cm em PDF |
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| 300 | _aDissertação apresentada à Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, para obtenção do grau de Mestre em Arquitectura | ||
| 330 | _aA presente dissertação aborda a importância e o contributo da arquitectura prisional para o sucesso da concretização da finalidade penal vigente, assente na reabilitação e ressocialização do recluso durante e após o seu período de reclusão. Através deste estudo pretende-se explorar a viabilidade da aplicação das soluções espaciais presentes na arquitectura prisional contemporânea, a qualquer país, independentemente das suas especificidades culturais, económicas, sociais, políticas e geográficas. Dada a existência de raríssimos trabalhos portugueses transversais ao tema, surgiu a necessidade de colmatar esta ausência através de: um estudo geral das soluções adoptadas ao longo da história da arquitectura prisional; de uma análise à viabilidade das soluções contemporâneas (características dos países nórdicos); e da pesquisa sobre a possibilidade da extensão destes novos critérios espaciais a um país como Portugal, cujas características são tão díspares. Após se concluir que não existe um modelo prisional único que se aplique a todas as situações, são apresentados cinco indicadores espaciais que, aliados a outros factores, podem servir de fio condutor geral à projecção de soluções apropriadas à ressocialização. Para tal concretização, em primeiro lugar procedeu-se a uma revisão bibliográfica com o objectivo de entender como as soluções adoptadas ao longo da História, influenciaram o comportamento dos reclusos; em segundo lugar, com o objectivo de entender a aplicabilidade dos modelos prisionais contemporâneos, realizou-se um vasto trabalho prático de comparação de quatro casos de estudo com visitas a espaços prisionais, entrevistas a reclusos, conversas com especialistas e reuniões com a direcção dos estabelecimentos. Todas estas acções evidenciaram a validade da aplicação, dentro de certas medidas, de princípios explorados nas prisões nórdicas, a países como Portugal. Nessa medida verificámos os resultados positivos alcançados no caso específico da Unidade Livre de Drogas do E.P. do Porto. Espera-se que estes conhecimentos possam ser úteis ao desenvolvimento da arquitectura prisional internacional e portuguesa, bem como motivem a continuação da pesquisa dentro deste âmbito. | ||
| 606 |
_aARQUITECTURA PRISIONAL _95844 |
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| 606 |
_aPRISÃO _95106 |
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| 606 |
_aRECLUSO _9550 |
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| 606 |
_aREINSERÇÃO SOCIAL _9693 |
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| 606 |
_aREABILITAÇÃO _96471 |
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| 606 |
_aREINCIDÊNCIA _9741 |
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| 606 |
_aRESSOCIALIZAÇÃO _95338 |
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| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aFerreira _bMaria Beatriz Monteiro Simões Fernandes _4070 _912158 |
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| 701 |
_aCosta _bNuno Brandão _4727 _912159 |
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| 852 | _jEST962 | ||